quinta-feira, 28 de abril de 2011

Dia da Caatinga: Comitê Estadual participa de workshop no Recife, promovido pela UFPE.



O Coordenador do Comitê Estadual da Reserva da Biosfera da Caatinga (CERBCAA/PE), Elcio Barros, participou, hoje (28/04), da mesa de abertura do II Workshop Potencial Biotecnológico da Caatinga – Bioprospecção e Aplicação Biotecnológica da Biodiversidade da Caatinga, promovido pela Universidade Federal de Pernambuco UFPE , Patrocinado pelo IPA e com apoio do CERBCAA/PE.  Durante a solenidade, que contou com a participação do reitor eleito da UFPE, Anísio Brasileiro, foi anunciada a criação do Instituto de Prospecção do Bioma Caatinga, que pretende fortalecer o movimento para tornar a área Patrimônio da Humanidade. Na ocasião, Elcio Barros destacou a necessidade de preservar a caatinga e de estudar as mudanças nas relações culturais e sociais do homem com o bioma, uma exclusividade do nordeste brasileiro.
Com uma população de 28 milhões de pessoas, a Caatinga é a região semiárida mais populosa do mundo. No bioma, o único exclusivamente brasileiro, o grande desafio é promover o desenvolvimento da região com a proteção do meio ambiente. O bioma Caatinga tem uma área de 850 mil km², o que equivale a 11% do território nacional.
Além de estar presente nos nove estados nordestinos, a Caatinga também é encontrada no norte do Estado de Minas Gerais. Os dados do desmatamento do Projeto de Monitoramento do Desmatamento dos Biomas Brasileiros por Satélite mostram que o bioma ainda possui 55% de vegetação remanescente (dados do período entre 2002 e 2008).
(Fotos e Fonte: IPA)
Leia também: Atividades Sustentáveis para o Desenvolvimento da Caatinga - Caatinga: Há cheiro de fumaça e de descaso no ar - Comissão se mobiliza para votar PEC da Caatinga no início de junho - Embrapa defende titulação da caatinga como patrimônio nacional








quarta-feira, 27 de abril de 2011

28 de abril - Dia Nacional da Caatinga - Mensagem do Coordenador Estadual do CERBCAA/PE.


O Coordenador Geral do Comitê Estadual da Reserva da Biosfera da Caatinga - CERBCAA/PE, Elcio Alves de Barros, fala neste Dia Nacional da Caatinga, sobre a importância da preservação deste Bioma para o nosso Estado e para o Brasil, e destaca as ações que estão sendo implementadas pelo Comitê.


DIA NACIONAL DA CAATINGA

Instituído através de decreto presidencial, de 20 de agosto de 2003, o 28 de abril foi escolhido em homenagem ao primeiro ecólogo do Nordeste brasileiro e pioneiro em estudos da caatinga, o professor João Vasconcelos Sobrinho. Durante muito tempo pensou-se que a caatinga fosse um ecossistema pobre, por isso a escassez de estudos sobre ela.
O patrimônio biológico da caatinga não é encontrado em nenhum outro lugar do mundo além do Nordeste do Brasil. Inclui áreas do Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia e o Norte de Minas Gerais. São espécies nativas da caatinga ''barriguda'' (Cavanillesia arborea), amburana, aroeira, umbu, baraúna, maniçoba, macambira, mandacaru e juazeiro. A fauna nativa inclui o sapo-cururu, asa-branca, cotia, preá, veado-catingueiro, tatu-peba, sagüi-do-nordeste e cachorro-do-mato.
No entanto, o estudo minucioso da caatinga não trouxe boas notícias. Os pesquisadores constataram que esse é o terceiro ecossistema brasileiro mais degradado, atrás apenas da Mata Atlântica e do cerrado. 50% de sua área foram alterados pela ação humana, sendo que 18% de forma considerada grave por especialistas. A desertificação, encontrada principalmente em áreas onde antes se desenvolvia o plantio de algodão, apresenta-se bastante avançada.
Além do desmatamento, um sério problema enfrentado por esse domínio é a caça aos animais, única fonte de proteínas dos sertanejos que residem na área. A percentagem das áreas de caatinga protegidas por reservas e parques é ínfima: 0,002%, segundo o Ministério do Meio Ambiente. É Preciso mudar esse patamar de proteção para não perdermos espécies que ocorrem apenas na caatinga. O Ministério do Meio Ambiente já declarou seu interesse em transformar a caatinga em patrimônio nacional e assumir para si a responsabilidade da proteção. Que o gesto não sirva apenas como um reconhecimento tardio pelo governo do único bioma exclusivamente brasileiro. (Fonte: Noolhar)

O BIOMA CAATINGA é a região semiárida mais rica
em biodiversidade do mundo, e também uma das mais populosas do planeta.
Ações de conservação são necessárias.
Hoje se comemora o Dia Nacional da Caatinga, único bioma exclusivamente brasileiro. A data foi instituída em 2003, por decreto federal, em alusão ao nascimento do ecólogo pernambucano João Vasconcelos Sobrinho (1908-1989). Veja fotos abaixo (Fonte: Blog Ciência e Meio Ambiente)








Comitê da Caatinga participa da Semana Nacional do Bioma em Fortaleza.

O único bioma exclusivamente brasileiro engloba nove
estados e o norte de Minas, se tornará patrimônio nacional. (Foto: Cid Barbosa)

O CERBCAA/PE, através do seu Coordenador Geral, Elcio Barros, participou ontem (27.04) da Semana Nacional do Bioma Caatinga, realizada em Fortaleza (CE). O evento tem promoção do Ministério do Meio Ambiente, Governo do Ceará  e The Nature Conservancy.

Elcio Barros participou da mesa: "O Homem e a Biosfera", coordenada pela Presidente do Conselho Nacional da Reserva da Biosfera da Caatinga (CNRBCAA), Alexandrina Sobreira, com participação também de Indaiá Silva, representando o Comitê Estadual da Caatinga do Estado da Bahia, e de representante da Reserva da Biosfera, Bardenas Reales, da Espanha. A mesa debateu sobre a Interface entre o Programa o Homem e a Biosfera - Conselho Nacional da Reserva da Biosfera da Caatinga- COBRAMAB-UNESCO- 40 anos. Elcio também destacou as ações do Comitê de Pernambuco, fazendo referências ao nosso Blog da Caatinga e especialmente ao Projeto "Valorização do Bioma Caatinga" que está em execução pelo CERBCAA/PE.

Leia também: Semana Nacional da Caatinga começa hoje - Caatinga deve ser patrimônio nacional, diz ministra - Caatinga tem semana de comemoração - Câmara realiza sessão solene em comemoração do Dia da Caatinga




segunda-feira, 25 de abril de 2011

Dia Nacional da Caatinga ganha comemoração.

FOTO: MARIA NILCE



 "Nessa vida eu só preciso/de um sorriso pra florar/ Terra seca desse meu peito/ Dê um jeito de arrancar. Ca cá ta vento vento/ Catavento (...) Roda roda catavento traz o tempo de cantar". A canção "Catavento", de Oswald Barroso e Eugênio Leandro, jorra lirismo de um bioma cujo patrimônio biológico não é encontrado em outra parte do mundo além do Nordeste brasileiro: a Caatinga. Esse ´mundão´ do qual se olhando no horizonte é imenso verde na estação chuvosa e esbranquiçado nos meses secos. Longe de ser região pobre, compõe o cartão-postal biológico em nove Estados, de rica fauna e flora e cheia de cataventos conectados com o subterrâneo. Já iniciaram comemorações pelo Dia Nacional da Caatinga, em 28 de abril.
Uma vegetação singular, de uma fauna igualmente ímpar, que atravessa Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia e o norte de Minas Gerais. Eis a Caatinga, um bioma essencialmente brasileiro. A palavra vem do Tupi, significa ´mata branca´. Tem uma imensa flora, com mais de mil espécies de plantas aqui encontradas, e centenas de espécies de aves e de mamíferos, e outras tantas dezenas de anfíbios e répteis.
No interior do Estado, professores e alunos se debruçam sobre o tema desse imenso bioma. É assim sempre que se aproxima o dia 28 de abril. A data é comemorada desde 2003, por decreto presidencial, ensejando homenagem ao ecólogo e professor João Vasconcelos Sobrinho, pioneiro nos estudos sobre o bioma.
A Caatinga ocupa cerca de 13% do território nacional, mas tem o terceiro ecossistema brasileiro mais degradado, atrás apenas da Mata Atlântica e do Cerrado. Suas riquezas naturais, quando não são desconhecidas, são exploradas exaustivamente ou subaproveitadas. "Há um estigma que a Caatinga não tem valor. É uma ideia que permeia ao longo de décadas, promovendo principalmente a baixa autoestima dos que nela habitam. Enquanto isso, cada vez mais vai-se dizimando a nossa ´mata branca´", lamenta ela. Mas o contentamento se dá pelas atividades de grupos ambientais, com apoio do Ministério do Meio Ambiente. Assim estão conseguindo desenvolver o Plano de Manejo em General Sampaio.

MAIS INFORMAÇÕES

Associação Francy Nunes

Município de General Sampaio

Telefones: (85) 9129.8277/ (85) 9945.7258


BIODIVERSIDADE COMPROMETIDA

Exploração causa perda do território


Não há dúvida de que a Caatinga é rica em biodiversidade. Das várias espécies encontradas nesse imenso território, muitas são exclusivas do semiárido, só aumentando a relevância do lugar. Mas é também a Caatinga vítima da exploração desenfreada. Perdeu 60% do seu território original, segundo pesquisa realizada por dez instituições nordestinas, incluindo a Universidade Federal do Ceará (UFC). No diagnóstico do mau uso, as queimadas, o desmatamento e o abuso da monocultura agrícola. Apenas 2% do bioma está protegido de forma legal.
O bioma Caatinga abriga 932 tipos de plantas. Desses, 380 são exclusivas desse território. Para especialistas, a expansão da fronteira agropecuária no semiárido e o uso da lenha como fonte de energia são grandes contribuintes para a destruição do ecossistema. Assim se deu com o desmatamento para a produção da cana-de-açúcar em larga escala.

Monocultura

Mesmo nos perímetros irrigados, o cultivo na monocultura sem manejo correto tem provocado vários problemas. Sempre no mês de janeiro, o Perímetro Irrigado da Chapada do Apodi, em Limoeiro do Norte, sofre com a incidência de fortes ventos. Os vendavais destroem principalmente as plantações de banana, gerando prejuízos milionários aos produtores do local. De acordo com geógrafos, um dos fatores para os estragos causados pelos ventos é justamente o grande desmatamento, com a destruição de árvores que, antes, funcionavam como quebra-ventos. Com o solo "limpo", o vento encontra espaço, e atinge justamente as plantações.
O levantamento que apontou a perda de 59,44% de área da Caatinga foi elaborado no ano de 2008 por 47 especialistas de várias instituições, dentre as quais: Associação Plantas do Nordeste (APNE), Embrapa, Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Estado da Bahia (Semarh), Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), na Bahia, e as universidades federais de Ceará, Rio Grande do Norte, Pernambuco e Paraíba.






domingo, 24 de abril de 2011

As cisternas do semiárido nordestino.


À direita, a cisterna semienterrada para evitar a evaporação,  foto: Celso Calheiros




"As cisternas do semiárido nordestino"


Por Celso Calheiros
Em um país banhado por extenso litoral e costurado por rios, a falta de água ganha um significado dramático no semiárido nordestino. A média pluviométrica na região é de 750 mm anuais, menos da metade da média de Recife, com 1.800 mm. O período de chuvas se concentra nos primeiros meses do ano e, com frequência, não soma 20 dias. Para prover o consumo no resto do ano, surgiu uma ideia engenhosa e barata: a cisterna abastecida pela água da chuva. Durante a fase de abundância, ela pode acumular até 16 mil litros, quantidade suficiente para atender a uma família de cinco pessoas durante a época da estiagem. Cisternas instaladas principalmente em residências já beneficiam 1,6 milhão de pessoas e começam a ser difundidas nas escolas e postos de saúde.
O equipamento é simples e funcional. A instalação dispensa tubulação que não seja a doméstica. O reservatório propriamente dito fica parcialmente enterrado. Com isso, recebe menos sol e é resfriado pela terra ao seu redor, reduzindo a perda de água por evaporação. Para evitar a sujeira que se acumula no telhado, na base do cano que recebe a água da canaleta há uma garrafa PET fechada. Ela funciona como uma boia e bloqueia a primeira água. Em seguida, libera a passagem e apenas água limpa é armazenada.
Detalhe da canaleta que recebe a água da chuva e leva até o cano, foto: Celso Calheiros


As cisternas são construídas pela própria comunidade, com tecnologia repassada por uma rede de instituições assistenciais que atuam no semiárido. Fora o trabalho, o custo do material é de R$1,2 mil. Como até agora o projeto é um sucesso, planeja-se uma outra etapa: estimular os camponeses a construírem uma segunda cisterna destinada à criação de peixes e a matar a sede dos animais.
Outra ideia que se desdobrou do êxito inicial é usar variações dessas cisternas em áreas densamente habitadas, como São Paulo. Nesse caso, seu maior potencial seria evitar inundações.

Visão completa do sistema de captação, foto: Celso Calheiros


Abaixo, casa de família de agricultores em Afogados da Ingazeira, no Sertão do Pajeu pernambucano. A região é um exemplo agradável do semiárido, pois a paisagem é mais verde do que a que se encontra no sertão profundo.


Casa em Afogados da Ingazeira, Pernambuco - foto: Celso Calheiros


(Fonte: OECOCIDADES)









sexta-feira, 15 de abril de 2011

Caatinga ganha reserva estadual. Propriedade é rica em fauna e flora e já pertence ao governo do Estado.



Unidade de Conservação de Serra Talhada (PE) - Fotos: SEMAS

A Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) pretende transformar uma área de aproximadamente 300 hectares de caatinga numa unidade de conservação estadual. A reserva será na Fazenda Saco, em Serra Talhada. "Pernambuco tem 67 unidades de conservação estaduais, nenhuma delas nesse bioma", justifica o secretário, Sérgio Xavier. Todas as áreas protegidas estaduais são no domínio da Mata Atlântica.
A propriedade já pertence ao governo do Estado. Abriga uma estação experimental do Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA). Fica próxima aos campi de duas universidades: a UFRPE e a UPE.
Na avaliação do secretário executivo de Meio Ambiente, Hélvio Polito Filho, a localização potencializa a vocação da área para a pesquisa científica. Há estudantes que já utilizam a propriedade para estudos.
A Semas ainda não sabe que tipo de unidade de conservação será criada. O Sistema Estadual de Unidades de Conservação da Natureza (Seuc) estabelece duas classes: de proteção integral e de uso sustentável.
A primeira, que prevê a preservação da natureza com uso indireto dos recursos naturais, conta com cinco categorias: reserva biológica, estação ecológica, parque estadual, monumento natural e refúgio de vida silvestre.
A segunda, que compatibiliza a conservação da natureza com o uso sustentável de parte de seus recursos naturais, tem oito tipos: área de proteção ambiental, área de relevante interesse ecológico, floresta estadual, reserva estadual de fauna, reserva de desenvolvimento sustentável, reserva de floresta urbana, reservas extrativistas e reserva particular do patrimônio natural.
Como a categoria reserva ecológica não está prevista no Seuc, instituído em 8 de junho de 2009, o governo deve reclassificar as 32 unidades de conservação desse tipo. A proposta será apresentada hoje, em reunião aberta ao público no auditório da Secretaria de Ciência e Tecnologia, no Bairro do Recife.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Metade das 672 espécies brasileiras ameaçadas está protegida.


Onça-pintada está entre os animais ameaçados que se
encontram em áreas de conservação brasileiras (Foto: marcus Obal/CC)


DA AGÊNCIA BRASIL


Metade das 627 espécies brasileiras ameaçadas de extinção vive em unidades de conservação federais, onde estão mais protegidas do risco de desaparecer da natureza. É o que mostra levantamento divulgado pelo ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade) na terça-feira.
Intitulado Atlas da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção em Unidades de Conservação Federais, o levantamento detalha quais são e onde estão as 314 espécies encontradas em unidades de conservação de todo o país, inclusive no bioma marinho.
Entre os animais ameaçados encontrados nas áreas de conservação, estão o peixe-boi-da-amazônia, a onça-pintada, o mico-leão-dourado e a arara-azul-de-lear, símbolos da fauna brasileira ameaçada.
Apesar da proteção de espécies emblemáticas, ainda não se sabe se a outra metade da lista de animais ameaçados está em territórios protegidos.
A maioria dos animais com risco de extinção registrados nas UCs é de aves e mamíferos, mais fáceis de identificar, segundo o coordenador geral de espécies ameaçadas do ICMBio, Ugo Vercillo. "Peixes e invertebrados são mais difíceis de serem encontrados e identificados."
A meta brasileira, assumida diante da Convenção da Organização das Nações Unidas sobre Diversidade Biológica, é garantir que 100% dos animais ameaçados tenham exemplares em territórios protegidos. "O primeiro passo para conservar é saber onde elas estão, procurar cada espécie", avalia Vercillo.


MATA ATLÂNTICA

O bioma com maior número de registros de animais ameaçados encontrados em UCs é a Mata Atlântica, onde parques nacionais, estações ecológicas e outras unidades abrigam 168 espécies ameaçadas de extinção. Na Caatinga, das 43 espécies ameaçadas de extinção no bioma, 41 estão em unidades de conservação.
O presidente do ICMBio, Rômullo Melo, disse que o levantamento pode orientar a gestão das unidades espalhadas pelo país e ajudar a identificar lacunas de preservação.
"O atlas fez o cruzamento para saber que unidades de conservação protegem que espécies ameaçadas. Vai ser um instrumento importante para orientar a definição de áreas prioritárias para ampliação e criação de novas unidades de conservação", explica.
O ICMBio lançou uma revista eletrônica para divulgação de informações científicas sobre espécies brasileiras, incluindo as ameaçadas de extinção. A meta é avaliar 10 mil espécies nos próximos cinco anos.
O instituto também colocou no ar sua nova página na internet, com serviços e informações sobre as 310 unidades de conservação federais do país.
(Fonte: Folha.com)

A Universidade Federal Rural de Pernambuco e o Comitê Estadual celebram o Dia Nacional da Caatinga

Marcelo, Suassuna, Rita, Ednilza e Márcio (CERBCAA/PE) João Suassuna (Fundaj) Márcia Vanusa (UFPE) Francis Lacerda (IPA) e Jo...