sábado, 7 de maio de 2011

Imagens da Caatinga.

João Vital Evangelista Souto - especialista em fotografar a natureza.


Yuno Silva - repórter


Fotografar a natureza pode até parecer uma coisa simples, mas capturar e traduzir a magia de um lugar com apenas um clique é o desafio que move o fotógrafo potiguar João Vital Evangelista Souto, especialista em registrar a Caatinga, seus habitantes e sua cultura. Bioma típico da região Nordeste do Brasil, quando se fala em Caatinga vem logo à mente aquela paisagem pedregosa, árida, cheia de espinhos e vegetação retorcida. Não deixa de ser isso também, mas é muito mais: há toda uma gama de possibilidades imagéticas que podem perfeitamente passar despercebidas ao olhar menos atento.
Profissional há 25 anos, dos quais 22 são voltados para revelar as diversas faces do único ecossistema exclusivamente brasileiro, João Vital embarca nos próximos dias para Brasília, onde participa da exposição coletiva “Caatinga: Belezas e Riquezas”, ao lado de nomes consagrados como Araquém Alcântara. Em cartaz no Espaço Mário Covas, anexo 2 da Câmara dos Deputados, entre os dias 25 e 29 de abril, “a mostra faz parte de uma série de atividades promovidas pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), cujo intuito é chamar atenção para o desmatamento deste bioma que ocupa cerca de 10% de todo o território brasileiro (850 mil km²), que inclui os nove estados nordestinos mais o norte de Minas Gerais”, informa Vital.
Ao todo serão 20 fotos em formato grande, sete do potiguar, alusivas às comemorações da Semana da Caatinga – dia 28 de abril é celebrado o Dia da Caatinga. Paralela à mostra, haverá audiência pública com o objetivo de implementar instrumentos para o controle do desmatamento e pressionar o poder legislativo para aprovação da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que propõe transformar Cerrado e Caatinga em patrimônios nacionais. “O uso insustentável dos recursos naturais, ao longo de centenas de anos de ocupação, associado à imagem de local pobre e seco, fazem com que a Caatinga esteja bastante degradada. Contrario essa visão restrita com imagens”, afirma. “É o bioma mais fragilizado do Brasil”, garante.
A exposição em Brasília conta com parceria do Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente – Idema, da ong The Nature Conservancy – TNC e do Núcleo Caatinga do MMA.

ONU

De acordo com o fotógrafo, esta é a quinta vez que participa de eventos do gênero: “Tenho um grande banco de imagens sobre o tema, acumulado ao longo dessas duas décadas de fotografia, e posso dizer que meu trabalho já é visto como referência nacional”, orgulha-se. Também funcionário público do Estado, lotado no Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente – Idema, João contou que sua paixão pelas imagens sertanejas ganhou força após participar de um programa patrocinado pelas Nações Unidas (PNUD). “Durante mais de 13 anos documentei os hábitos de vida das pessoas do sertão, o dia a dia vivido por diversas comunidades quilombolas do Nordeste dentro do projeto Gef-Caatinga (Fundo Global para o Meio Ambiente, na sigla em inglês)”, explica.

Projetos

Os cliques de João Vital foram registrados no “Atlas da Biodiversidade das florestas do Brasil”, lançado em 2007/2008, um livro que, segundo o fotógrafo, não chega por aqui: “Essa publicação custa em torno de 250 reais e só circula nos grandes centros do Sudeste e em Brasília. Nem em Recife consigo encontrar”, disse.
E há outros títulos engatilhados, alguns no aguardo do andamento de trâmites burocráticos: “Há pelo menos oito livros fotográficos com imagens minhas para sair, cada um em um lugar diferente: ‘Águas e Terras do Rio São Francisco’ aguarda liberação do MMA para ser publicado pela Chesf (Companhia Hidro Elétrica do São Francisco)”, exemplifica. “As Florestas Nacionais do Brasil” e “A Lenha”, que trata do uso sustentável da madeira enquanto fonte energética, são outros dois também prontos.
Em Pendências (RN), através da parceria com a Fundação Félix Rodrigues (Ponto de Cultura), João Vital adianta que logo estará nas prateleira “O mundo varzeano de Manoel Rodrigues de Melo” (1907 - 1996), com fotos dele e textos de Salete Queiroz sobre advogado, escritor e pesquisador macauense.
O fotógrafo potiguar ainda participou das mostras “Iniciativas Sustentáveis no Bioma Caatinga”, na embaixada da Suíça no Recife, em 2008; e “Produção Florestal Sustentável da Caatinga: Garantia de Sobrevivência”, exposição comemorativa aos 20 anos do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais), no Paço da Alfândega, também na capital pernambucana, no ano passado.



Área da Caatinga equivalente a duas cidades do RJ é transformada em lenha anualmente.


Nada menos que 2,8 mil Km2 do bioma viram lenha todos os anos/Foto: Pernambuco de A-Z


O bioma, no qual estão abrigados 27 milhões de pessoas e cerca de 11% do território nacional, está em ritmo acelerado de devastação, segundo números apresentados na quinta-feira (28), em audiência pública na Câmara dos Deputados.
Os dados revelam que 2,8 mil Km2 do bioma são transformados em lenha anualmente. O total equivale a 40% da matriz energética da região, uma das mais sujas do Brasil, e corresponde a extensão de duas cidades do Rio de Janeiro.
O encontro, que fez parte do Dia Nacional da Caatinga, serviu de alerta para a necessidade de se buscar urgentemente modelos de sustentabilidade socioambiental e econômica para a região. O MMA anunciou que vem avançando em convênio com os estados do Nordeste, onde está a maior área de Caatinga, no sentido de criar e implementar pelo menos 40 novas Unidades de Conservação (UC), na tentativa de conter o avanço da desertificação.
"Os cenários de mudanças climáticas indicam que a Caatinga vai se tornar mais árida do que já é, então os desafios para toda a população que vive nesta área serão ainda maiores. A necessidade de se definir estratégias mais sustentáveis para a ocupação e exploração econômica da região é urgente", alertou o secretário de Biodiversidade e Florestas do MMA, Bráulio Dias.
Para o deputado Sarney Filho (PV-MA), coordenador da Frente Parlamentar Ambientalista, "nenhuma política de desenvolvimento para a Caatinga produzirá resultados duradouros se não incorporar, de forma efetiva, a preocupação com o uso sustentável dos seus recursos naturais".
Parlamentares e sociedade civil, que lotaram a comissão de Meio Ambiente da Câmara dos Deputados, em Brasília, pediram mais agilidade do Congresso na aprovação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 115/95, que transforma tanto a Caatinga como o Cerrado em patrimônios nacionais, garantindo maior proteção aos dois biomas.

Sobre o bioma

A Caatinga, único bioma exclusivamente brasileiro, ocupa cerca de 850 mil Km2 nos estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Piauí, Sergipe e o Norte de Minas Gerais. De acordo com estudos da Conservação Internacional (CI) foram registradas na região, até agora, 932 espécies de plantas, 187 de abelhas, 240 de peixes, 167 de répteis e anfíbios, 510 tipos diferentes de aves e 148 de mamíferos.
Como 47% da área ainda foram investigados e 80% permanecem ainda subamostrada, o número total da biodiversidade da região deve ser maior. Apesar de sua importância ambiental e social, o bioma tem sido relegado no que diz respeito a políticas públicas que garantam sua conservação e proteção.
As áreas originais remanescentes se encontram muito fragmentadas, o que dificulta a reconstituição natural do bioma. Do total de unidades de conservação na Caatinga, apenas 1% é área de proteção integral. Dos 13 principais tipos de vegetação reconhecidos no bioma, quatro ainda não estão representados em nenhum tipo de UC.
Na concepção de Francisco Campello, diretor de Combate à Desertificação do MMA, o desafio da inclusão social, da sustentabilidade e do desenvolvimento ecossocioeconômico no campo é reunir biodiversidade, biomassa e biotecnologias. Ele defende também que o reflorestamento para a produção de carvão vegetal deve ser feito dentro do conceito de florestas econômicas plantadas.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Preservar a Caatinga.



O Nordeste não conseguiu, ainda, inserir-se na agenda das grandes questões nacionais, apesar do respaldo político sempre renovado ao governo da República. O sinal mais claro dessa exclusão histórica é o tratamento atribuído ao Bioma Caatinga, até hoje não reconhecido como patrimônio nacional, como ocorre com a Mata Atlântica, a Amazônia brasileira e o Pantanal mato-grossense.
O descuido para com as grandes causas do semiárido é visível, de modo particular, no Congresso Nacional, onde, há 15 anos, tramita a Proposta de Emenda Constitucional nº 504 corrigindo essa falha. Apesar do longo tempo de tramitação, a PEC não avança, nem há interesse demonstrado pelos parlamentares em avançar as etapas burocratizantes do processo legislativo. Nesse ponto, Executivo e Legislativo se nivelam.
A Caatinga corresponde à região semiárida do mundo com a maior biodiversidade, compondo um bioma único por suas peculiaridades. Nem assim, ela conseguiu, até agora, sensibilizar a representação política cearense para impulsionar sua proteção constitucional. Como agravante, a falta de conhecimento dessa realidade ambiental "sui generis" se encarregou de comandar a exploração predatória de seus vastos recursos naturais.
Recentemente, pesquisadores das áreas de ciências da natureza, da Universidade de São Paulo, se deram o trabalho de estimar o hipotético orçamento para custeio da descoberta e descrição formal de todas as espécies de animais da natureza ainda não catalogados. As inversões financeiras, para tanto, se aproximariam do Produto Interno Bruto de Portugal: R$ 430 bilhões. Esse cálculo inicial tem a finalidade de abrir o debate em torno da riqueza desconhecida no campo da fauna.
As primeiras estimativas dos pesquisadores universitários apontam a identificação de dois milhões de animais batizados com a nomenclatura científica, enquanto há cinco milhões de outras espécimes aguardando a caracterização taxonômica. A Caatinga encontra-se, em grande parte, nesse estágio de desconhecimento científico, tanto da fauna como da flora, cuja riqueza, levantada parcialmente pelas primeiras gerações de naturalistas e engenheiros-agrônomos, permitiu o surgimento da agroindústria regional voltada para o mercado externo.
Felizmente, os eventos programados para assinalar, quinta-feira última (28.04), o dia nacional da Caatinga, a efeméride não passou em branco. As conferências, os debates e as exposições sobre os estudos da temática retiraram do ambiente de indiferença essa questão relevante para o Nordeste.
Ainda assim, do Bioma Caatinga original, estão extintos mais de 45% de seus recursos originais, fruto da ação humana mediante a adoção da exploração contrária à ordem natural do meio ambiente. A produção científica dos pesquisadores, a educação ambiental e a identificação de riquezas comercialmente lucrativas, sem afetar a natureza, poderão oferecer contribuição capaz de preservar a biodiversidade restante. Isso tudo dependerá de políticas públicas, do engajamento dos centros de saber numa luta continuada e da sociedade para cobrar de quem pode contribuir.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Está próxima a criação da 1ª reserva ecológica da Caatinga em Pernambuco. O Comitê Estadual tem participado ativamente desta criação.


O CERBCAA/PE vem se reunindo com a Secretária Executiva de Meio Ambiente, CPRH, Prefeitura de Serra de Talhada, Ministério de Meio Ambiente/Núcleo Caatinga e Ongs através de várias reuniões desde o ano de 2008. A Criação da 1ª Unidade de Conservação na Caatinga de Pernambuco representa o coroamento de nossas ações. (Foto: Semas).

Nesta quinta-feira (28), Dia Nacional da Caatinga, foi divulgado o cronograma para criação da primeira reserva florestal da Caatinga. A Unidade de Conservação da Mata da Pimenteira será criada na Fazenda Saco, a três quilômetros do centro de Serra Talhada, em uma área de 300 hectares.
O anúncio oficial da nova reserva foi feito na própria unidade, durante as comemorações promovidas pelo Núcleo de Estudos, Pesquisas e Práticas Agroecológicas do Semiárido (Neppas), da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), em parceria com o governo do Estado e organizações sociais que atuam na região.
O processo de inserção da Mata da Pimenteira no SEUC começa em maio, com o georeferenciamento do local, seguido pela elaboração da proposta técnica de criação, consulta pública, apresentação no Conselho Estadual de Meio Ambiente (Consema) e assinatura e publicação do decreto de criação pelo governador Eduardo Campos, prevista para junho.
Tal cronograma está condicionado ao georeferenciamento da área. O Instituto de Pesquisas Agronômicas de Pernambuco (IPA), proprietário da Fazenda Saco, fará o georeferenciamento, mas o Grupo de Trabalho responsável pelo trabalho é formado também pela Semas, Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH), Codevasf, Ibama, ICMBio e Ministério do Meio Ambiente.
Este grupo também está identificando outras áreas prioritárias de conservação no Bioma de Caatinga estadual que podem se transformar em novas unidades de conservação.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Dia da Caatinga: Comitê Estadual participa de workshop no Recife, promovido pela UFPE.



O Coordenador do Comitê Estadual da Reserva da Biosfera da Caatinga (CERBCAA/PE), Elcio Barros, participou, hoje (28/04), da mesa de abertura do II Workshop Potencial Biotecnológico da Caatinga – Bioprospecção e Aplicação Biotecnológica da Biodiversidade da Caatinga, promovido pela Universidade Federal de Pernambuco UFPE , Patrocinado pelo IPA e com apoio do CERBCAA/PE.  Durante a solenidade, que contou com a participação do reitor eleito da UFPE, Anísio Brasileiro, foi anunciada a criação do Instituto de Prospecção do Bioma Caatinga, que pretende fortalecer o movimento para tornar a área Patrimônio da Humanidade. Na ocasião, Elcio Barros destacou a necessidade de preservar a caatinga e de estudar as mudanças nas relações culturais e sociais do homem com o bioma, uma exclusividade do nordeste brasileiro.
Com uma população de 28 milhões de pessoas, a Caatinga é a região semiárida mais populosa do mundo. No bioma, o único exclusivamente brasileiro, o grande desafio é promover o desenvolvimento da região com a proteção do meio ambiente. O bioma Caatinga tem uma área de 850 mil km², o que equivale a 11% do território nacional.
Além de estar presente nos nove estados nordestinos, a Caatinga também é encontrada no norte do Estado de Minas Gerais. Os dados do desmatamento do Projeto de Monitoramento do Desmatamento dos Biomas Brasileiros por Satélite mostram que o bioma ainda possui 55% de vegetação remanescente (dados do período entre 2002 e 2008).
(Fotos e Fonte: IPA)
Leia também: Atividades Sustentáveis para o Desenvolvimento da Caatinga - Caatinga: Há cheiro de fumaça e de descaso no ar - Comissão se mobiliza para votar PEC da Caatinga no início de junho - Embrapa defende titulação da caatinga como patrimônio nacional








quarta-feira, 27 de abril de 2011

28 de abril - Dia Nacional da Caatinga - Mensagem do Coordenador Estadual do CERBCAA/PE.


O Coordenador Geral do Comitê Estadual da Reserva da Biosfera da Caatinga - CERBCAA/PE, Elcio Alves de Barros, fala neste Dia Nacional da Caatinga, sobre a importância da preservação deste Bioma para o nosso Estado e para o Brasil, e destaca as ações que estão sendo implementadas pelo Comitê.


DIA NACIONAL DA CAATINGA

Instituído através de decreto presidencial, de 20 de agosto de 2003, o 28 de abril foi escolhido em homenagem ao primeiro ecólogo do Nordeste brasileiro e pioneiro em estudos da caatinga, o professor João Vasconcelos Sobrinho. Durante muito tempo pensou-se que a caatinga fosse um ecossistema pobre, por isso a escassez de estudos sobre ela.
O patrimônio biológico da caatinga não é encontrado em nenhum outro lugar do mundo além do Nordeste do Brasil. Inclui áreas do Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia e o Norte de Minas Gerais. São espécies nativas da caatinga ''barriguda'' (Cavanillesia arborea), amburana, aroeira, umbu, baraúna, maniçoba, macambira, mandacaru e juazeiro. A fauna nativa inclui o sapo-cururu, asa-branca, cotia, preá, veado-catingueiro, tatu-peba, sagüi-do-nordeste e cachorro-do-mato.
No entanto, o estudo minucioso da caatinga não trouxe boas notícias. Os pesquisadores constataram que esse é o terceiro ecossistema brasileiro mais degradado, atrás apenas da Mata Atlântica e do cerrado. 50% de sua área foram alterados pela ação humana, sendo que 18% de forma considerada grave por especialistas. A desertificação, encontrada principalmente em áreas onde antes se desenvolvia o plantio de algodão, apresenta-se bastante avançada.
Além do desmatamento, um sério problema enfrentado por esse domínio é a caça aos animais, única fonte de proteínas dos sertanejos que residem na área. A percentagem das áreas de caatinga protegidas por reservas e parques é ínfima: 0,002%, segundo o Ministério do Meio Ambiente. É Preciso mudar esse patamar de proteção para não perdermos espécies que ocorrem apenas na caatinga. O Ministério do Meio Ambiente já declarou seu interesse em transformar a caatinga em patrimônio nacional e assumir para si a responsabilidade da proteção. Que o gesto não sirva apenas como um reconhecimento tardio pelo governo do único bioma exclusivamente brasileiro. (Fonte: Noolhar)

O BIOMA CAATINGA é a região semiárida mais rica
em biodiversidade do mundo, e também uma das mais populosas do planeta.
Ações de conservação são necessárias.
Hoje se comemora o Dia Nacional da Caatinga, único bioma exclusivamente brasileiro. A data foi instituída em 2003, por decreto federal, em alusão ao nascimento do ecólogo pernambucano João Vasconcelos Sobrinho (1908-1989). Veja fotos abaixo (Fonte: Blog Ciência e Meio Ambiente)








Comitê da Caatinga participa da Semana Nacional do Bioma em Fortaleza.

O único bioma exclusivamente brasileiro engloba nove
estados e o norte de Minas, se tornará patrimônio nacional. (Foto: Cid Barbosa)

O CERBCAA/PE, através do seu Coordenador Geral, Elcio Barros, participou ontem (27.04) da Semana Nacional do Bioma Caatinga, realizada em Fortaleza (CE). O evento tem promoção do Ministério do Meio Ambiente, Governo do Ceará  e The Nature Conservancy.

Elcio Barros participou da mesa: "O Homem e a Biosfera", coordenada pela Presidente do Conselho Nacional da Reserva da Biosfera da Caatinga (CNRBCAA), Alexandrina Sobreira, com participação também de Indaiá Silva, representando o Comitê Estadual da Caatinga do Estado da Bahia, e de representante da Reserva da Biosfera, Bardenas Reales, da Espanha. A mesa debateu sobre a Interface entre o Programa o Homem e a Biosfera - Conselho Nacional da Reserva da Biosfera da Caatinga- COBRAMAB-UNESCO- 40 anos. Elcio também destacou as ações do Comitê de Pernambuco, fazendo referências ao nosso Blog da Caatinga e especialmente ao Projeto "Valorização do Bioma Caatinga" que está em execução pelo CERBCAA/PE.

Leia também: Semana Nacional da Caatinga começa hoje - Caatinga deve ser patrimônio nacional, diz ministra - Caatinga tem semana de comemoração - Câmara realiza sessão solene em comemoração do Dia da Caatinga




A Universidade Federal Rural de Pernambuco e o Comitê Estadual celebram o Dia Nacional da Caatinga

Marcelo, Suassuna, Rita, Ednilza e Márcio (CERBCAA/PE) João Suassuna (Fundaj) Márcia Vanusa (UFPE) Francis Lacerda (IPA) e Jo...