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Mostrando postagens de Março, 2011

Umbuzeiro, a árvore sagrada da Caatinga. O umbuzeiro pode chegar a seis metros de altura e ele tem uma raiz que é um reservatório de água. Os frutos são redondinhos e suculentos e sua colheita vai de janeiro a abril.

Na caatinga brasileira existe uma árvore que todo sertanejo conhece. É o umbuzeiro, batizado de a árvore sagrada do sertão. Numa região no norte da Bahia, famosa pela guerra de Canudos, o Globo Rural visitou comunidades que transformam em doces o umbu, fruto do umbuzeiro. Semi-árido baiano. A paisagem é típica: a caatinga, as cabras soltas no fundo de pasto e um umbuzeiro, batizado de a árvore sagrada do sertão. Quem deu esse título ao umbuzeiro foi o escritor Euclides da Cunha, autor de Os Sertões, clássico da nossa literatura que narra a guerra de Canudos. A estrada que parece não ter fim leva a Uauá, local onde ocorreu a primeira batalha da guerra de Canudos. As cenas são do filme de Sérgio Rezende. De um lado, estão os seguidores de Antonio Conselheiro. Do outro, está o Exército. O ano é 1996. No filme em que José Wilker interpreta Antonio Conselheiro, o confronto de Uauá mostra que os partidários do beato venceram os soldados da recém proclamada república do Brasil. No livro Os Sertõe…

APNE realiza Workshop “Manejo Sustentado da Caatinga – pesquisa e políticas públicas".

Relatório workshop.pdf_
View more documents from marcelolct. A Associação Plantas do Nordeste – APNE e o Jardim Real Botânico do Kew, em colaboração com o Instituto Agronômico de Pernambuco – IPA, realizaram no período de 15 a 16 de março de 2011, no hotel São Cristóvão em Serra Talhada-PE, o Workshop “Manejo Sustentado da Caatinga – pesquisa e políticas públicas”. O evento apresentou as ações e resultados obtidos no âmbito do projeto de pesquisa implementado na região visando o uso e manejo sustentável da caatinga com pequenos produtores. Durante o evento, foi programada uma visita de campo à área experimental na Estação Experimental do IPA em Serra Talhada. Leia acima o Relatório deste WORKSHOP.

Conheça a beleza selvagem da Serra da Capivara no Piauí.

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Este é um dos pontos turísticos mais incríveis do Piauí, o Parque Nacional da Serra da Capivara, conhecido por sua riquíssima. O destino da reportagem do SBT foi o coração da caatinga, onde fica localizado o Parque Nacional da Serra da Capivara, que possui uma área de 1.300 km de extensão que abrange as cidades do Brejo do Piauí, Coronel José Dias, São Raimundo Nonato e João Costa. A maior reserva arqueológica das Américas impressiona pela fauna onde podem ser encontrados sapos, cobras, tatus-bola, raposas e aranhas caranguejeiras.Mas é a onça pintada a verdadeira rainha do parque. Apesar das difíceis condições ecológicas em que vivem na caatinga, já foram identificadas 13 onças pintadas. Encontrá-la é praticamente impossível já que ela se abriga em uma cadeia de rochas e penhasco. A reportagem também visitou o Parque Nacional da Serra das Confusões que fica há 100 km da Serra da Capivara. O Parque se estende nos municípios de Caracol,Guaribas, Santa Luz, Cristino Castro e Bom Jesus. O…

Agricultores nordestinos têm papel importante na manutenção e degradação da caatinga.

A caatinga ainda mantém 53% de cobertura vegetal, mas 80% de seus ecossistemas já sofreram algum tipo de alteração. Estes dados são reflexos do jeito de se fazer agricultura na região. A maior parte dos pequenos produtores do sertão trabalha como seu Luiz da Silva, dono de um sítio de cinco hectares em Sobral, norte do Ceará. A cada dois anos, no período da seca, ele desmata um pedaço da propriedade, serviço chamado de brocar. Depois de aberta, a área é queimada: “Se a gente não queimar, temos muito mais trabalho para limpar”, afirma Luiz da Silva, agricultor Quando vem a chuva seu Luiz planta a roça. Ele não usa adubo, a produção depende da fertilidade natural da terra. Por isso, depois de dois anos, ele abandona a área e abre outro pedaço da propriedade. “A gente planta e no primeiro e no segundo ano dá bem, mas a partir dos três anos a terra enfraquece e não dá mais planta que deu nos primeiros dois anos”, conta o agricultor. Nas áreas aonde a caatinga vai rebrotando, seu Luiz mantém …

O CERBCAA/PE REALIZOU EM TABIRA (PE) A PRIMEIRA OFICINA DO PROJETO DE VALORIZAÇÃO DO BIOMA CAATINGA.

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A Prefeitura de Tabira por intermédio da Secretaria de Juventude e Meio Ambiente em parceria com o COMITÊ ESTADUAL DA RESERVA DA BIOSFERA DA CAATINGA DE PERNAMBUCO-CERBCAA-PE, realizou nos dias 16 e 17 de março de 2011, no Pólo de Educação a Distância de Tabira,três oficinas muito importante sobre o Bioma Caatinga. Foram convidados 20 participantes representando diversas entidades, com especialidade para o setor da educação e dos grupos organizados. As palestras nas oficinas ficaram a cargo do Mestre em Política de Gestão Ambiental, Elcio Alves de Barros e Silva/IPA, Coordenador do CERBCAA/PE, que discorreu sobre A questão Ambiental, A Política e o Sistema Nacional do Meio Ambiente, o Sistema de Licenciamento Ambiental, A legislação Ambiental, As constituições do Brasil e dos Estados, Avaliação dos Impactos Ambientais, Objetivos do EIA, Áreas de Aplicação e Audiências Públicas. A Doutora em Botânica Rita de Cássia Araújo Pereira (IPA) discorreu sobre o tema “A Flora da Caatinga” traze…

Agricultoras de PE produzem a própria lenha.

Um projeto ajuda o meio ambiente e a vida de muitas agricultoras do sertão de Pernambuco. Elas deixaram de tirar da caatinga a lenha para cozinhar porque passaram a produzir as próprias mudas. Maria das Dores cuida com muito carinho do viveiro de plantas em Monte Alegre, município de Afogados da Ingazeira, sertão pernambucano. Ela cultiva de tudo, manga, graviola, umbu, mas boa parte da atenção é para as mudas de nim e sabiá. É com o toco dessas plantas, que crescem rápido e pertinho de casa, que ela acende o fogão para cozinhar. “Eu carregava muita lenha. Depois comprei carvão e agora melhorou muito porque eu mesma planto as mudas para tirar madeira e cozinhar no meu fogão ecológico”, disse orgulhosa a agricultora. Com a lenha sendo colhida no quintal de casa, a agricultora que antes cortava madeira na caatinga, agora ajuda a preservar o bioma. Hoje são mais de 20 mil mudas de nim e sabiá plantadas ao redor das casas, nos quintais e em roças na comunidade de Pereiros, no município de Fl…

Conheça um pouco mais sobre a caatinga, um importante bioma exclusivamente brasileiro.

Na medida em que entendemos um pouco do que é a caatinga, nós conseguimos desvendar até mesmo certos mistérios da evolução do nosso planeta.



Esta semana o Programa Globo Rural contou história do local que conserva tesouros naturais incríveis. A Amazônia, o Cerrado, o Pantanal, a Mata Atlântica e os Pampas não são só brasileiros, mas há um importante bioma que é só nosso, que não existe nos países vizinhos. É a caatinga, o principal bioma do sertão nordestino. O Globo Rural percorreu milhares de quilômetros para contar a história desse lugar que conserva tesouros naturais incríveis. Na medida em que entendemos um pouco do que é a caatinga, nós conseguimos desvendar até mesmo certos mistérios da evolução do nosso planeta. Mata branca ou na linguagem dos índios tupis, caatinga. Esse é o único bioma exclusivamente brasileiro. Lugar onde as chuvas são poucas e concentradas em quatro, cinco meses do ano. Durante todo o período seco, as plantas da caatinga ficam praticamente sem folhas. Uma flo…

Conheça as peculiaridades da caatinga, bioma único do mundo, que só existe no Brasil

Projetos implantados no semi-árido mostram que é possível integrar o homem e a natureza

Na região moram mais ou menos 25 milhões de pessoas. Guardar água da chuva é um dos segredos para a sobrevivência. Para resistir ao período seco, a lição número um é estocar. O desenvolvimento de tecnologias garante o direito de ter acesso à água.

Atuação das mulheres é imprescindível para melhorar a relação sertanejo X caatinga

Os produtos artesanais estão relacionados à história das comunidades.
Programa Ação termina com depoimento especial

(Fonte: Programa Ação - Rede Globo)

Viagem ao Velho Chico. O Caminho das Águas.

O “Velho Chico” nasce na Serra da Canastra, em Minas Gerais, mas corta outros quatro Estados do país. Os repórteres Rodrigo Vianna, Luiz Malavolta e Josias Erdei viajaram pelo rio recolhendo histórias e belas imagens.
Hidrovia do rio São Francisco é mal aproveitada


A segunda reportagem da série “Velho Chico, o caminho das águas” mostra que o extenso rio poderia ser uma via, como foi no passado. Quem viveu esta época sente saudades. Hoje, somente as pequenas canoas transitam pelo rio São Francisco, que está assoreado em alguns pontos.

Transposição do rio São Francisco ainda é assunto polêmico


O projeto ousado do Governo Federal sempre deixou muitas dúvidas. Os ribeirinhos são os mais preocupados com a transposição, porque já sofrem nos períodos de baixa do rio.

Velho Chico: conheça os contrastes na região do rio São Francisco


Conheça os contrastes na região do rio. De um lado a pobreza dos ribeirinhos e do outro, imagens belíssimas.

Ribeirinhos do rio São Francisco revelam Brasil de contra…

Conheça a história de Dominguinhos contada por ele mesmo. Confira a homenagem aos 70 anos da maior referência do forró brasileiro.

José Domingos de Morais nasceu no dia 12 de fevereiro de 1941 em Garanhuns, no estado de Pernambuco. Logo cedo, ele foi ao Rio de Janeiro para tentar sua carreira na música. Foi apadrinhado por Luiz Gonzaga, com quem gravou diversos discos. Suas parcerias se espalharam pelo país, e ele se juntou a Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gal Costa e muitos outros. Dominguinhos é conhecido muito além do baião e do forró, passando por diversos ritmos. O acordeonista continua na ativa, lançando CDs e DVDs, sendo os últimos em 2009. No começo do ano, o músico foi internado no Hospital Albert Einstein com princípio de infarto. Depois de ser submetido a um cateterismo e a uma angioplastia, ele recebeu alta para comemorar o aniversário com a família. Parabéns, Dominguinhos! (Fonte: Virgula)

Caatinga: Ibama mapeia áreas de risco de incêndio em Pernambuco.

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Quatro municípios de Pernambuco se encontram em situação crítica em relação a riscos de queimadas. Petrolina, Afrânio, Parnamirim e Serrita, no Sertão, apresentaram, segundo levantamento do Ibama, o maior número de focos de calor em 2010.
Em função do estudo, dois deles foram escolhidos para a formação de brigadas contra incêndio. Em julho, o instituto pretende formar 15 brigadistas em dois deles – Petrolina e Serrita – para atuar anualmente, durante seis meses. O curso, de 40 horas, terá duração de cinco dias.
A contratação será a partir de setembro, quando começa a preparação do solo para o plantio com o uso do fogo, que é a técnica mais comum no Sertão. “Os brigadistas receberão material de proteção individual e instrumentos para combater o fogo, além do salário e direitos trabalhistas como prestadores de serviço. E cada equipe terá um veículo”, adianta a coordenadora do Centro Nacional de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais (Prevfogo) em Pernambuco, Ana Virgínia Melo.
O levan…