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As matas ciliares: uma proteção para o Velho Chico
As matas ciliares são encontradas nas margens dos rios e mananciais, e são responsáveis por proteger os cursos d’água do assoreamento, da obstrução de trechos dos rios pelo aumento do volume da terra e outros sedimentos carregados pela correnteza. No rio São Francisco, o desmatamento e as queimadas tem reduzido as matas ciliares e feito com que alguns de seus trechos se tornem não navegáveis. Por isso, a conservação dessas matas é de extrema importância para equilíbrio do meio ambiente. Apesar de toda a informação sobre a importância dessas matas, elas continuam sendo eliminadas por vários motivos como, por exemplo, a especulação imobiliária, a agricultura e a indústria. É preciso urgentemente de conscientização de toda a população para que preserve essas matas tão importantes para o rio e para o equilíbrio do planeta. Fonte: CBHSF

Projeto incentiva uso de plantas medicinais da caatinga

Agricultora Rita da Silva, que costuma usar plantas para tratar de
dores de cabeça.
Foto: acervo da Casa da Mulher do Nordeste O uso de plantas medicinais da Caatinga é uma das práticas mais antigas na região do Pajeú, mas essa cultura têm se perdido ao longo dos anos. Para amenizar essa situação, o projeto Mulheres na Caatinga, executado pela Casa da Mulher do Nordeste, patrocinado pela Petrobras, por meio do Programa Petrobras Socioambiental, tem contribuído com a preservação das espécies, e proporcionado espaços de trocas de conhecimentos e saberes entre as mulheres sobre as plantas medicinais.
A agricultora Rita da Silva Fortunato, 50 anos, residente na comunidade de Poço Redondo, do município de Tabira, destaca o uso da Catingueira da Caatinga, espécie que está ameaçada de extinção, segundo o Ibama, para o uso da medicina. "Ela serve para o tratamento do calor da menor pausa e a receita é a seguinte: 200 gramas da flor da catingueira desidratada, 1 litro d'água limpa e p…

APNE Lança cartilha da Reserva Particular do Patrimônio Natural Fazenda Almas.

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A RPPN Fazenda Almas é a quarta maior do bioma Caatinga e a maior do Estado da Paraíba. A fazenda localiza-se no município de São José dos Cordeiro, no Cariri paraibano e foi criado em 1990. A reserva tem 3.505 hectares de uma área total de 5.247 hectares da Fazenda Almas. Desde o ano de 2006, a Associação Plantas do Nordeste (APNE), em conjunto com a UFPB/DSE vem atuando ativamente na gestão e na conservação da Reserva, mediante um acordo com o proprietário. Além de ações de proteção, delimitação, infraestrutura e fiscalização, vêm sendo realizados estudos e pesquisas para caracterizar e avaliar a biodiversidade presente na área.

O projeto propõe consolidar a RPPN no contexto sócio - ambiental da região fortalecendo a gestão e a conservação, de modo a permitir a sustentabilidade e assegurar a adequada proteção contra as principais ameaças externas: caça predatória e invasão por animais domésticos.

As ações do projeto contemplam a elaboração de Plano de Manejo, o fortalecimento das p…
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Pesquisadores resgatam animais nas áreas de obras do rio São Francisco Preservação da fauna original da Caatinga é objetivo de estudantes e biólogos Pesquisadores resgatam animais nas áreas de obras do rio São Francisco (Foto: globo) As obras de transposição do rio São Francisco seguem a pleno vapor. Mas o que acontece com a fauna existente no entorno deste imenso projeto? Pesquisadores do CEMAFAUNA (Centro de Manejo de Fauna da Caatinga) assumiram a tarefa de minimizar o impacto ambiental causado pela obra. Já resgatamos mais de 86 mil bichos. Não podemos deixar com que eles morram pela atividade da obra. Estamos mitigando este impacto no dia a dia — comenta Luiz César Pereira, coordenador do Centro.
O espaço também serve como um grande laboratório de pesquisa para os estudantes da Universidade do Vale do São Francisco. Alunos e pesquisadores se unem no trabalho em campo, e, junto da equipe de biólogos do CEMAFAUNA, afugentam os animais de áreas onde a vegetação precisa ser removida,…