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Mostrando postagens de Setembro, 2011

XXI Reunião do CERBCAA/PE contou com a apresentação sobre a I Conferência Regional de Desenvolvimento Sustentável do Bioma Caatinga.

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 Em reunião realizada hoje na sede do IPA-Instituto Agronômico de Pernambuco, o Comitê Estadual da Reserva da Biosfera da Caatinga contou com a participação e apresentação sobre a Conferência Regional de Desenvolvimento Sustentável do Bioma Caatinga - A Caatinga na Rio+20, realizada pelos técnicos do Banco do Nordeste, Maria Clézia Pinto e Pedro Henrique F. Araújo. Os técnicos explicaram que o Banco do Nordeste do Brasil, em parceria com o Instituto Nordeste XXI, irá realizar a I Conferência Regional de Desenvolvimento Sustentável do Bioma Caatinga - A Caatinga na Rio+20, nos dias 9, 10 e 11 de Novembro de 2011, na sede do Banco, em Fortaleza (CE). O evento tem como objetivos: Discutir a gestão do bioma Caatinga; Elaborar o documento intitulado "Declaração da Caatinga", que formalizará os compromissos a serem assumidos pelos governos e demais setores da sociedade para a promoção do desenvolvimento sustentável do bioma …

Vamos conhecer o Parque das Cidades de Pedra, no Piauí.

O Parque Nacional das Sete Cidades fica a 190 quilômetros de Teresina. O local tem 6,2 mil hectares e é famoso pelos monumentos geológicos.
A primeira notícia oficial sobre Sete Cidades, data de 09/12/1886, denominada então as "Sete Cidades de Pedra". As formações espetaculares encontradas no Parque, foram interpretadas por visitantes e pesquisadores de diversas maneiras, mas nenhuma das interpretações foi comprovada cientificamente. Historiadores brasileiros consideram que a área teria sido habitada pelos índios da nação Tabaranas, das tribos dos Quirirus e dos Jenipapos. O território destes índios abrangia uma área que se limitava ao norte pela região costeira, a oeste pelo rio Parnaíba, ao sul pelo rio Poty e a Leste pela Serra da Ibiapaba. O magnífico conjunto de monumentos geológicos foi trabalhado pela natureza ao longo de milhares de anos através de erosão pluvial e eólica. As pinturas encontradas nas paredes rochosas com tinta avermelhada atestam a passagem do homem p…

Rio São Francisco. Uma viagem por um rio cercado pela diversidade cultural.

Cada trecho das margens guarda riquezas da cultura e da história do Brasil. Segundo maior do Brasil, o rio é conhecido como da integração nacional.

Riqueza do patrimônio é atrativo dos lugares por onde passa o Velho Chico
O vapor com quase cem anos segue em atividade nas águas do São Francisco. Não há outro passeio no mundo como o feito no vapor Benjamim Guimarães.
O RIO SÃO FRANCISCO
Em 1501, quando o navegante Américo Vespúcio encontrou a foz desse grande rio, seguiu a tradição e lhe deu nome de santo, São Francisco de Assis. Mas o rio já tinha nome, em tupi-guarani: Opará.
“Gigante pela própria natureza”, frase que define o país, o povo brasileiro, e também o rio São Francisco. É um caminho de águas cercado pela diversidade de uma cultura popular que, como o Velho Chico, está sempre em movimento. “Ele é desses cordões, desses caminhos através dos quais é possível a gente tentar compreender o Brasil, a diversidade de gente, de paisagens, de hábitos e acúmulos culturais”, diz Dalmo Vieir…

No Piauí também tem Canion.

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É o Canion do Rio Poti (PI)

O cânion do rio Poti é um fenômeno criado pela passagem do rio Poti por uma fenda geológica situada na serra entre o Piauí e o Ceará. Isso criou uma paisagem de indescritível beleza e que se encontra ainda semidesconhecida, sendo um local que abriga um relevo, flora e fauna que precisam ser preservados. A cerca de 230 km de Teresina e localizado no município de Buriti dos Montes, o cânion tem duas estradas vicinais de melhor acesso, uma pela cidade de Castelo do Piauí e outra pela cidade de Juazeiro do Piauí, o cânion do rio Poti ainda é muito pouco conhecido, mas sua beleza já atrai ecoturistas e aventureiros de várias partes do país e inclusive do exterior. Todos interessados em desfrutar desta beleza selvagem e também para pesquisar as inscrições rupestres, bem como a fauna, a flora e suas características geológicas.
O Cânion











(Fonte: REMA)