sexta-feira, 11 de março de 2011

Conheça as peculiaridades da caatinga, bioma único do mundo, que só existe no Brasil

Projetos implantados no semi-árido mostram que é possível integrar o homem e a natureza

Na região moram mais ou menos 25 milhões de pessoas. Guardar água da chuva é um dos segredos para a sobrevivência. Para resistir ao período seco, a lição número um é estocar. O desenvolvimento de tecnologias garante o direito de ter acesso à água.

Atuação das mulheres é imprescindível para melhorar a relação sertanejo X caatinga

Os produtos artesanais estão relacionados à história das comunidades.

 Programa Ação termina com depoimento especial

(Fonte: Programa Ação - Rede Globo)

terça-feira, 8 de março de 2011

Viagem ao Velho Chico. O Caminho das Águas.



O “Velho Chico” nasce na Serra da Canastra, em Minas Gerais, mas corta outros quatro Estados do país. Os repórteres Rodrigo Vianna, Luiz Malavolta e Josias Erdei viajaram pelo rio recolhendo histórias e belas imagens.

Hidrovia do rio São Francisco é mal aproveitada


A segunda reportagem da série “Velho Chico, o caminho das águas” mostra que o extenso rio poderia ser uma via, como foi no passado. Quem viveu esta época sente saudades. Hoje, somente as pequenas canoas transitam pelo rio São Francisco, que está assoreado em alguns pontos.

Transposição do rio São Francisco ainda é assunto polêmico


O projeto ousado do Governo Federal sempre deixou muitas dúvidas. Os ribeirinhos são os mais preocupados com a transposição, porque já sofrem nos períodos de baixa do rio.


Velho Chico: conheça os contrastes na região do rio São Francisco


Conheça os contrastes na região do rio. De um lado a pobreza dos ribeirinhos e do outro, imagens belíssimas.

Ribeirinhos do rio São Francisco revelam Brasil de contrastes

O rio São Francisco percorre cinco estados brasileiros até desembocar no mar. Na última reportagem da série Velho Chico, O Caminho das Águas, confira como vivem os ribeirinhos ao longo do trajeto.
(Fonte: Rede Record -  Imagens R7) 

segunda-feira, 7 de março de 2011

Conheça a história de Dominguinhos contada por ele mesmo. Confira a homenagem aos 70 anos da maior referência do forró brasileiro.


José Domingos de Morais nasceu no dia 12 de fevereiro de 1941 em Garanhuns, no estado de Pernambuco. Logo cedo, ele foi ao Rio de Janeiro para tentar sua carreira na música. Foi apadrinhado por Luiz Gonzaga, com quem gravou diversos discos.
Suas parcerias se espalharam pelo país, e ele se juntou a Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gal Costa e muitos outros. Dominguinhos é conhecido muito além do baião e do forró, passando por diversos ritmos.
O acordeonista continua na ativa, lançando CDs e DVDs, sendo os últimos em 2009. No começo do ano, o músico foi internado no Hospital Albert Einstein com princípio de infarto. Depois de ser submetido a um cateterismo e a uma angioplastia, ele recebeu alta para comemorar o aniversário com a família. Parabéns, Dominguinhos!
(Fonte: Virgula)

domingo, 6 de março de 2011

Caatinga: Ibama mapeia áreas de risco de incêndio em Pernambuco.


Quatro municípios de Pernambuco se encontram em situação crítica em relação a riscos de queimadas. Petrolina, Afrânio, Parnamirim e Serrita, no Sertão, apresentaram, segundo levantamento do Ibama, o maior número de focos de calor em 2010.

Em função do estudo, dois deles foram escolhidos para a formação de brigadas contra incêndio. Em julho, o instituto pretende formar 15 brigadistas em dois deles – Petrolina e Serrita – para atuar anualmente, durante seis meses. O curso, de 40 horas, terá duração de cinco dias.

A contratação será a partir de setembro, quando começa a preparação do solo para o plantio com o uso do fogo, que é a técnica mais comum no Sertão. “Os brigadistas receberão material de proteção individual e instrumentos para combater o fogo, além do salário e direitos trabalhistas como prestadores de serviço. E cada equipe terá um veículo”, adianta a coordenadora do Centro Nacional de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais (Prevfogo) em Pernambuco, Ana Virgínia Melo.

O levantamento se baseia em dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Os principais critérios de escolha para a formação de brigadistas foram a área e a presença de unidades de conservação. “Petrolina é o maior município, enquanto Serrita abriga duas unidades de conservação federais: a Área de Proteção Ambiental (APA) do Araripe e a Floresta Nacional de Negreiros”, justifica o coordenador do Núcleo de Educação Ambiental do Ibama no Estado, Luiz Otávio Corrêa.
O analista ambiental informa que os brigadistas serão preparados para conscientizar os sertanejos para necessidade da prevenção dos incêndios florestais.
(Fonte: JC - Fotos: Ibama)

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Comitê da Caatinga realizou sua XX Reunião Ordinária no IPA com apresentação sobre a UC de Serra Talhada.


O destaque da reunião foi a apresentação dos estudos para a UC de Serra Talhada (PE).

O Comitê Estadual da Reserva da Biosfera da Caatinga (CERBCAA-PE) realizou na última quinta-feira(24.02), na sala de reuniões do IPA - Instituto Agronômico de Pernambuco, em Recife (PE), sua XX Reunião Ordinária. Participaram da reunião 10 técnicos representantes da Codevasf, IPA, ICMbio, SEMAS, ASPAN,DNOCS/Apime, Prorural/Apime e Ong EMA.
O evento foi conduzido pelo Secretário Executivo, Marcelo Teixeira/Codevasf, e pelo Coordenador do CERBCAA/PE, Elcio Alves de Barros/IPA, que deu as boas vindas aos presentes e convidou a analista ambiental da SEMAS - Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade, Marilourdes Guedes, para uma apresentação sobre os estudos e análises para criação da UC de Serra Talhada (PE).  Outros assuntos abordados na reunião foram o projeto Valorização do Bioma Caatinga, que contemplará 17 municípios da Região do Pajeú e a implantação do primeiro sub-comitê da Caatinga e os preparativos para a comemoração do Dia Nacional da Caatinga, que será realizado no dia 28 de abril, provavelmente na cidade de Serra Talhada ou Triunfo em Pernambuco.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Aves da Caatinga: A ararinha-azul foi confirmada como extinta na natureza.


Conservação de algumas espécies está crítico,
em perigo ou sob ameaça.


Dezenove especialistas de diversas instituições avaliaram aves da Caatinga e algumas de distribuição mais ampla. Resultado: de 103 espécies, sendo 98 em nível de espécie e cinco em nível de subespécie, uma – a ararinha-azul (Cyanopsitta spixii) – foi confirmada como extinta na natureza.
Além disso, outras duas estão criticamente em perigo, nove em perigo, cinco vulneráveis e sete quase ameaçadas, nove com dados insuficientes e 70 em situação menos preocupante. A conclusão é do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Aves Silvestres (Cemave), do Instituto Chico Mendes. Em breve as fichas das espécies estarão disponíveis no site do ICMBio.
A meta do Cemave é realizar até 2014 a avaliação do estado de conservação de todas as aves brasileiras, incluindo os biomas Amazônia, Cerrado e Pantanal. Segundo dados do Comitê Brasileiro de Registros Ornitológicos (CBRO), são mais de 1.800 espécies.
A avaliação brasileira da Caatinga ainda será analisada por um especialista em categorias e critérios da União Mundial para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês).
Ela é constituída por várias etapas, incluindo a compilação de dados na ficha das espécies, a elaboração de mapas a partir de registros existentes na literatura, a disponibilização para consulta pública e a realização de oficinas para avaliação do estado de conservação.
Os especialistas brasileiros reconhecem que é preciso ampliar as pesquisas de avaliação do estado de conservação das aves que respondam aos critérios da IUCN. Eles prometeram dar mais atenção a isso em pesquisas futuras.
(Fonte: EPTV.com)

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Esqueceram o bioma caatinga



Frei Sinésio Araújo *

Participei da segunda reunião dos ambientalistas no dia 7 de fevereiro, na Associação “Entra Apulso”, no bairro da Boa Viagem, estavam presentes aproximadamente 50 pessoas oriundas do movimento ambiental organizado e como diz o ditado: cada sardinha busca a sua lata. Fui um observador atento da criação da Secretaria do Meio Ambiente por parte do governo do Estado bem como o processo de adesão do dito Partido e as suas propostas “programáticas” para a área ambiental. É bem verdade que a grande maioria dos ambientalistas desejava uma instituição específica que cuidasse da gestão. Não devemos ser ingênuos e acreditar que a dita Secretária vai resolver todo o passivo ambiental do Estado, pois as soluções precisamente passam pela transversalidade com as outras pastas do Governo e principalmente com a colaboração e participação dos municípios e dos abnegados ambientalistas que são conscientes dos seus limites e possibilidades no embate presente e futuro, pois são considerados cidadãos do mundo na defesa da vida.
Feita essa preliminar gostaria de chamar atenção para as centenas Unidades de Conservação de proteção integral e de uso sustentável existentes no bioma da caatinga e da mata atlântica, desse modo, somam um número elevado de metros quadrados protegidos pelo ordenamento jurídico ambiental. Acontece que estes espaços protegidos precisam urgentemente uma melhor atenção e uma das soluções seria a criação de um órgão gestor para viabilizar o Sistema Estadual de Unidade de Conservação. Em si tratando das Unidades de Conservação quero parabenizar a bacharelanda em biologia, Luclécia Cristina, que apresentou seu TCC pela UFPE, no dia 26 de janeiro, sobre o processo de criação da reserva extrativista da cidade do Sirinhaém. O processo do ICMbio encontra-se concluído a espera do decreto de criação.
Nas propostas programáticas do partido que a “assumiu” a gestão não identifiquei referência ao bioma da Caatinga que teve como um dos pioneiros que defendia a conservação o Ecólogo Vasconcelos Sobrinho. Foi ele a identificar o início do processo de desertificação no solo Caatingueiro.Isto, posto, seria interessante e oportuno homenagear este pioneiro Ecólogo Pernambucano realizando o Gerenciamento Ecológico Econômico da Caatinga reunindo de forma participativa todos os atores interessados na conservação, pois desse modo, seria um gesto concreto de respeito a este bioma genuinamente brasileiro e de modo especial nordestino. Está na hora dos ambientalistas Caatingueiros bradarem a voz em defesa do seu e nosso bioma tão decantado em prosa e verso pelo saudoso poeta sertanejo Luiz Gonzaga e Patativa do Assaré.
Uma das estratégias de militância ambiental pode ser realizada por intermédio das propostas para a criação das Unidades de Conservação e para atingir este fim se faz necessário identificar as áreas endêmicas do Estado sujeitas a conservação no qual podemos contar com a valiosa colaboração da academia e dos ambientalistas teimosos e ousados que lutam pela preservação da vida.

* Secretário de Justiça, Paz e Ecologia dos frades franciscanos do Nordeste.

A Universidade Federal Rural de Pernambuco e o Comitê Estadual celebram o Dia Nacional da Caatinga

Marcelo, Suassuna, Rita, Ednilza e Márcio (CERBCAA/PE) João Suassuna (Fundaj) Márcia Vanusa (UFPE) Francis Lacerda (IPA) e Jo...