O Rio São Francisco forma belas paisagens no encontro com o mar.

Depois de passar por três estados, o tranquilo rio se encontra com o agitado Oceano Atlântico. Além do refrescante mergulho, a região também oferece artesanatos e quitutes.


O rio São Francisco passa por cinco estados: Minas, Bahia, Pernambuco, Alagoas e Sergipe. São quase três mil quilômetros de extensão até se encontrar com o Oceano Atlântico.
Dos hotéis em Aracaju saem ônibus todos os dias. As operadoras de turismo cobram R$ 120 por pessoa e o pacote inclui transporte de ida e volta, passeio de barco e almoço.
Partindo da capital de Sergipe, a viagem é pela rodovia estadual SE-100. No caminho, fica a reserva biológica Santa Isabel, maior maternidade de tartarugas da espécie oliva do país.
Até as margens do rio São Francisco em Brejo Grande são 130 quilômetros. De lá sai o barco Catamarã. Quem quiser passar mais tempo na região, pode se hospedar em pousadas. A diária custa R$ 80, mas sem café da manhã.
Depois de quase uma hora navegando surgem as dunas douradas. O lado da margem do rio onde o barco atraca já pertence a Alagoas. As barracas espalhadas pela areia oferecem de artesanato a quitutes como cocadas e doces dos mais variados.
Caminhando pela faixa de areia é possível ver de um lado a tranquilidade do rio, do outro o mar agitado. Bem no meio, rio e mar se encontram e parecem divididos por uma linha natural, que é a foz do rio São Francisco.
A maior atração do passeio é também um convite a um refrescante mergulho, que pode ser no rio ou no mar. Bem no meio do rio existia um vilarejo. No Cabeço, como era chamado o vilarejo, havia dezenas de casas, escolas, igreja e há 17 anos tudo desapareceu, foi invadido pelo mar. Do lugar restou apenas o farol que orientava as embarcações.
“A gente vem conhecer pra poder falar bem do rio e pra cada vez mais incentivar as pessoas a cuidarem do que a gente tem", diz Douglas Eugenio, professor.

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