quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Comitê Estadual da Caatinga realizará sua 22ª Reunião Ordinária no IPA em Recife (PE).


No próximo dia 17.11 (quinta-feira), a partir das 08:30h na sala de reuniões do Instituto Agronômico de Pernambuco - IPA, os membros do Comitê Estadual da Reserva da Biosfera da Caatinga estarão reunidos na 22ª Reunião Ordinária. Na pauta constam apresentações sobre Serviços Ambientais, Cultura da Terra e a I Conferência Regional de Desenvolvimento Sustentável do Bioma Caatinga - A Caatinga na Rio+20.

Como se sabe, o Banco do Nordeste do Brasil, e o Instituto Nordeste XXI, irão realizar a I Conferência Regional de Desenvolvimento Sustentável do Bioma Caatinga - A Caatinga na Rio+20, nos dias 13, 14, 15 e 16 de março de 2012, na sede do Banco, em Fortaleza (CE).

O encontro que seria realizado nos dias 9, 10 e 11 de novembro foi adiado em função da solicitação dos Comitês Estaduais que reivindicaram maior espaço de tempo para difundir, mobilizar e preparar a pauta de cada uma das unidades da Federação envolvidas com o evento.
Tal mudança não acarretará prejuízos quanto a inserção do bioma Caatinga na pauta oficial da Rio+20 pelo fato da Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Meio Ambiente (Abema) ser o órgão oficial de representação dos biomas brasileiros junto à organização do evento a se realizar de 20 a 22 de junho de 2012 no Rio de janeiro.

A conferência tem como objetivos: Discutir a gestão do bioma Caatinga; Elaborar o documento intitulado "Declaração da Caatinga", que formalizará os compromissos a serem assumidos pelos governos e demais setores da sociedade para a promoção do desenvolvimento sustentável do bioma e por fim inserir, por meio da Declaração da Caatinga, as questões relacionadas ao bioma nas discussões da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável - Rio+20.
Para a mobilização da sociedade local, estão sendo instalados os Comitês Estaduais, responsáveis por mobilizar e organizar a participação dos estados Alagoas, Bahia, Ceará, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe na Conferência Regional.
Caberá aos comitês a condução do processo de articulação e debate no âmbito estadual, bem como a consolidação do conjunto de ações, propostas e compromissos a serem apresentados na Conferência Regional. Os comitês estaduais são compostos por representantes do Governo do Estado, da Superintendência Estadual do Banco do Nordeste e da Assembléia Legislativa.

Com efeito, o propósito maior da I Conferência Regional de Desenvolvimento Sustentável do Bioma Caatinga - A Caatinga na Rio+20 além do compromisso político renovado para o desenvolvimento sustentável desse bioma, é garantir a Caatinga na pauta oficial das discussões da Rio +20.

Abaixo o convite do Coordenador Geral do CERBCAA/PE, Elcio Barros:

"Convidamos todos Caatingueiros a participarem da nossa reunião ordinária a ser realizada amanhã, dia 17, na sede do IPA em Recife, a partir das 08:30 hs.
Entre outros assuntos discutiremos a realização da Pré Conferência Estadual A CAATINGA NA RIO +20, e teremos uma palestra sobre Pagamento de Serviços Ambientais.
Lembrando que nossas reuniões são sempre abertas ao público em geral".

Elcio Barros - Coord Geral do CERBCAA/PE


(Fonte: Caatinga Rio+20)

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Grutas e caatinga preservada são um convite ao turismo ecológico em Bodocó



Bodocó é um município brasileiro do estado de Pernambuco.
O município é formado por três distrito: a sede, o segundo distrito formado pela Vila Sipaúba e Vila Jardim. Sendo a Vila Sipaúba a sede de Claranã. E o terceiro distrito, formado pela Vila Feitoria, Povoado de Cacimba Nova e Vila Né Camilo.
Bodocó era o segundo distrito do município de Granito (Pernambuco), fundado no início do século XX por Antonio Peixoto de Barros. Em 1924, foi elevado à categoria de primeiro distrito, assim, Granito deixa de ser sede e passa a ser distrito de Bodocó. Em 1934, com a extinção do distrito de Leopoldina, o território foi dividido entre Bodocó (então Granito), Salgueiro e Serrinha (hoje Serrita). Pelo decreto lei estadual nº92, de 31 de março de 1938, o município de Granito passava a denominar-se Bodocó. Administrativamente, o município é composto pelos distritos: Sede, Claranã e Feitoria.
(Fonte: Rede Globo Nordeste e Wikipédia)

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Associação promove proteção da Caatinga.

Com uma área de 6.146 hectares e a 50Km de Crateús, a Reserva Serra das Almas possui uma amostra significativa da flora e fauna da Caatinga, recebendo visitantes de todo o País
Com uma área de 6.146 hectares e a 50Km de Crateús, a Reserva Serra das Almas possui uma amostra significativa da flora e fauna da Caatinga, recebendo visitantes de todo o País. O trabalho maior desenvolvido pela Associação é na Reserva Natural Serra das Almas, no Município de Crateús.



Crateús: Aniversário comemorado com muito trabalho e alegria. Essa frase traduz a análise que a Associação Caatinga faz ao completar 13 anos de fundação e avaliar o trabalho desenvolvido por meio de seu maior projeto: a Reserva Natural Serra das Almas, localizada neste Município. Com uma área de 6.146 hectares e a 50Km de Crateús, a Reserva possui uma amostra significativa da flora e fauna da Caatinga, recebendo diariamente visitantes das diversas regiões do País.
"Realizamos muitos projetos durante todo esse período, temos muitos trabalhos dentro da nossa missão de preservação e conscientização e estamos muito felizes porque sentimos a aceitação e o envolvimento das pessoas e das comunidades do entorno da Reserva, neste projeto que é a ´menina dos olhos´ da Associação Caatinga", declara o gerente da Reserva, Ewerton Torres Melo.

Reconhecimento

Para ele, a alegria é fruto da realização de muitos projetos, mas também do reconhecimento e envolvimento das comunidades. "No início da instalação da Reserva, o projeto era visto pelas pessoas como um obstáculo, pois não conheciam. Com o tempo foram percebendo a essência do trabalho e hoje nos veem como parceiros no desenvolvimento e sustentabilidade do bioma e da própria região".
Criada em 21 de outubro de 1998 com a missão de conservação da biodiversidade da Caatinga, a instituição vem desenvolvendo diversos projetos para a proteção da diversidade desse bioma, que é único no mundo. Possui escritórios em Fortaleza e Crateús, com atuação também em outros Municípios desta região e de outras regiões do Estado. Segundo a Associação, em seus projetos já beneficiou diretamente mais de 30 mil pessoas entre agricultores familiares, educadores, estudantes, jovens, pesquisadores e proprietários de reservas. O foco é a preservação do meio ambiente, mas o trabalho não se limita somente a essa dimensão. Para além do conceito de preservar, busca capacitar a população que vive próxima ao local assistido, partindo do princípio de que ela também é responsável pela conservação do ambiente em que está inserida. Para isso, a comunidade é mobilizada e envolvida nas ações e projetos.

Rede

A atuação em rede é uma das principais estratégias da Associação Caatinga para ampliar o impacto de suas ações de conservação do bioma Caatinga promovendo o estabelecimento de parcerias e alianças. Por meio dessas redes, a instituição tem conseguido influenciar a proposição e discussão de políticas públicas ambientais para o bioma. A Associação Caatinga é membro fundador do Conselho Municipal de Meio Ambiente de Crateús, participa do Pacto Ambiental da Região dos Inhamuns, e é membro fundador do Programa Selo Município Verde do Ceará (programa de certificação dos Municípios ambientalmente responsáveis). Liderou a articulação da sociedade para a criação do ICMS Sócio-Ambiental do Ceará, e foi idealizadora e é gestora do Programa Aliança da Caatinga de apoio à criação e manutenção de reservas na Caatinga, que já apoiou a criação de dez novas reservas e 30 estão em processo de criação. Além disso, é membro representante da sociedade civil junto ao Conpam, é membro da Rede Nacional Pró Unidades de Conservação, participa do Fórum Nacional de Áreas Protegidas e do Conselho Nacional da Reserva da Biosfera da Caatinga e do Fórum Nacional de Áreas Protegidas do Ministério do Meio Ambiente. Atualmente, preside a Confederação Nacional de Reservas Particulares do Patrimônio Natural.

Prêmios

Ao longo desses 13 anos, a Associação vem acumulando prêmios em nível regional, estadual, nacional. Seu trabalho também já é reconhecido fora do País. Em 2002, recebeu o Prêmio Banco Mundial de Cidadania pela difusão de iniciativas inovadoras no combate à pobreza e na melhoria da qualidade de vida dos cidadãos brasileiros. No ano de 2005, a Reserva Natural Serra das Almas recebeu o título de Primeiro Posto Avançado da Reserva da Biosfera da Caatinga pela Unesco, devido ao modelo inovador de conservação do bioma feito em conjunto com as comunidades do seu entorno.

DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

 Dentro dessa perspectiva de desempenhar uma função de incentivadora e facilitadora para o desenvolvimento sustentável do entorno, a Associação desenvolve vários projetos junto às comunidades que residem próxima da Reserva Natural Serra das Almas. Dois estão em destaque: "No Clima da Caatinga" e "Embarque nas Trilhas da Caatinga".
Por meio destes e de outros projetos, na Serra das Almas são desenvolvidas atividades de conservação, pesquisa científica, recreação e visitação escolar, além de educação ambiental e desenvolvimento sustentável junto às comunidades do entorno, combinando preservação ambiental com geração de renda e melhoria da qualidade de vida local.
Idealizado pela Associação Caatinga e patrocinado pela Petrobras, por meio do Programa Petrobras Ambiental, o Projeto "No Clima da Caatinga" tem por objetivo impactar positivamente na mitigação dos efeitos do aquecimento global por meio da conservação da Caatinga, no sertão deste Município. Iniciou no segundo semestre deste ano e terá duração de dois anos. Segundo a Associação, o projeto ocorre em 16 comunidades do entorno da Reserva. Beneficiará diretamente cerca de 5 mil pessoas e envolverá ao todo mais de 32 mil pessoas.
Já o Projeto "Embarque nas Trilhas da Caatinga" tem o objetivo de potencializar o turismo sustentável. O projeto realiza a formação de 30 condutores de trilhas para atuarem como guias de ecoturismo, potencializando o desenvolvimento de receptivos nas comunidades, para que os moradores locais possam oferecer produtos e serviços sustentáveis aos visitantes.

(Fonte:Silvania Claudino - Repórter - Diário do Nordeste)

sábado, 5 de novembro de 2011

Área de caatinga é preservada por iniciativa de Rachel de Queiroz.



Parte da fazenda da escritora no Ceará foi transformada em reserva natural.
No lugar é possível desfrutar das riquezas do sertão.

Globo Rural

O município de Quixadá, no Ceará, ficou famoso por ser o local escolhido pela escritora Rachel de Queiroz para a produção de seus livros. Parte da fazenda onde ela passava os dias e trabalhava foi transformada em RPPN, Reserva Particular do Patrimônio Natural. A reportagem do projeto Globo Natureza comemora os 11 anos das edições diárias do Globo Rural.

A paisagem exuberante não é o único atrativo da cidade de Quixadá, no Ceará. O lugar também exibe o orgulho de ter sido adotada pela escritora Rachel de Queiroz, que nasceu em Fortaleza e passou boa parte da vida no pedaço de sertão que tanto inspirou suas obras.

A primeira mulher a entrar para a Academia Brasileira de Letras foi a criadora da literatura regional moderna. No primeiro livro, O Quinze, Raquel de Queiroz mostrou a luta dos sertanejos para sobreviver a uma das maiores secas da história. A escritora também revelou um sertão de mulheres fortes, como na obra Memorial de Maria Moura, que virou minissérie na TV Globo.

A velha estação de trem é parada obrigatória na viagem ao sertão de Rachel de Queiroz. O lugar, por onde passava o trem que levava passageiros de Fortaleza para o sul do Ceará, tem o nome de Daniel de Queiroz, pai da escritora. Seguindo a linha do trem, é possível encontrar as memórias de Rachel de Queiroz na fazenda que ela tanto amava.

"Está exatamente como a Rachel deixou. Só não é mais a geladeira porque eu troquei. Mas ela até tinha uma geladeira no mesmo lugar", explica Maria Luiza Queiroz, irmã de Rachel de Queiroz.

Maria Luiza, a irmã mais nova de Rachel, mora no Rio de Janeiro, mas, como a escritora, sempre cultivou o hábito de passar férias na fazenda com filhos e netos. Uma das áreas da fazenda que Rachel mais gostava é uma espécie de bosque formado só por árvores da caatinga. "Ela tinha muita vaidade de dizer que tem todas as árvores da caatinga tem na fazenda”, diz Maria Luiza.

Um terço dos 928 hectares da propriedade foi transformado em Reserva Particular do Patrimônio Natural. A iniciativa de criar a RPPN foi da própria escritora.

A produção da fazenda Não me Deixes é suficiente apenas para ajudar o sustento das sete famílias que vivem no lugar e para as atividades básicas da fazenda. Este ano, foram colhidos milho e feijão na roça que fica próximo à reserva. O desafio de fazer os funcionários obedecerem aos limites já foi conquistado.

O agricultor Evandro Pereira da Silva virou um guardião da caatinga. "É grande e tem muitos cantos que a pessoa pode entrar sem ninguém ver. Então, a gente tem que andar e prestar atenção”, explica.

Carlos Nogueira é engenheiro agrônomo e faz doutorado em ecologia. Entre as árvores típicas da região, ele encontrou uma grande quantidade da espécie que pesquisa: a dalbergia cearensis ou pau violeta, como é conhecida popularmente. A árvore produz madeira nobre e começou a ser explorada no período colonial.

"Os móveis de Luis XIV e Luis XV foram feitos com madeira saída da caatinga nordestina, do semiárido do Nordeste. Hoje, está representada no museu do Louvre. Existem 14 móveis do Louvre feitos com madeira saída do Ceará no reinado de Luis XIV e Luiz XV com a madeira dalbérgia cearensis", diz o agrônomo.

Durante dois anos, Carlos Nogueira monitorou tanto árvores adultas como em crescimento. O agrônomo diz que a criação de reservas é fundamental para o conhecimento da caatinga. “Você não vai encontrar essas espécies que são endêmicas daqui em outro local. Então, você vai está deixando de mostrar para a humanidade o potencial que existe nessas espécies que podem ser utilizadas para o bem da humanidade", explica.

A escritora Rachel de Queiroz queria preservar para servir seja na cozinha da fazenda, onde os aromas e sabores são mantidos como antigamente, seja fora dela, onde ainda é possível desfrutar das riquezas do sertão, que ilustrou os livros e a vida da escritora.

sábado, 29 de outubro de 2011

Há 10 anos o Rio dos Cóchos passa por um processo de recuperação. Exemplo de união.


Após a exploração do carvão, na cidade de Januária, no Norte de Minas Gerais - tema do programa exibido neste sábado no Globo Ecologia - o Rio dos Cóchos foi secando. Da década de 80 até o início dos anos 2000, os produtores rurais da região foram percebendo este fato, que começou a atrapalhar a produção local às margens do rio. Atualmente, diversas ações são feitas para a recuperação do rio, paralelamente com a criação de alternativas de geração de renda para os trabalhadores da cidade.
Em1994, os próprios agricultores pediram assistência à Emater (Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural) para fazer um diagnóstico do rio. Com o estudo na mão, a Emater fez um projeto de recuperação, mas não tinha apoio financeiro para colocá-lo em prática.
Em 2001, os produtores e a Emater fizeram parceria com a Cáritas Diocesana da cidade e com uma instituição católica alemã. O projeto, que tem duração de três anos e pode ser renovado ao final, faz um trabalho de capacitação e mobilização dos agricultores das comunidades para a recuperação do Rio dos Cóchos.
Jaci Borges de Souza, produtor rural e presidente da Assusbac (Associação dos Usuários da Sub-bacia do Rio dos Cóchos), associação que mobiliza outros projetos para dar sequência ao que é feito no rio, conta que a cada três anos eles fazem uma avaliação do que já foi feito e tentam uma nova aprovação para o próximo triênio, caso que acontece agora. “Estamos na expectativa de aprovação. O contrato venceu este mês. Em relação ao rio propriamente dito, tivemos muitos avanços nos seguintes aspectos: no início houve muita resistência para isolar a margem do rio, e embora não tenhamos conseguido isolar toda a margem, conseguimos fazê-lo parcialmente. Atualmente boa parte dos produtores, que antes discordava deste processo, concorda”, diz Jaci.
Entre as ações de conscientização estão visitas a outras regiões, onde projetos de recuperação similares foram feitos e deram resultados. Além disso, o projeto se preocupa em buscar alternativas de geração de renda para os trabalhadores que têm que aguardar o processo de recuperação do rio. Entre as atividades oferecidas, extrativismo de pequi, cagaita, panã e maracujá do cerrado. “Inicialmente eles ainda estão trabalhando com o pequi, mas há parcerias com universidades que fazem pesquisas com os outros frutos para explorá-los de forma sustentável”, explica Jaci. Outras alternativas de geração de renda como a apicultura e a criação de pequenos animais, como caprinos, também são incentivadas pelo programa apoiado pela Cáritas.
Dentre as medidas utilizadas para recuperar o rio estão a criação de tecnologias de contenção de enxurradas, chamadas barraginhas, que são bacias colocadas nos declives com intuito de acumular água para infiltrar no solo, melhorando as condições de plantio. A diminuição da utilização do fogo também tem contribuído para a melhoria das nascentes. “Antes, quando chovia, a população sofria com enchentes. Hoje ela chega de forma gradativa e limpa. É claro que ainda não está 100%. Desde a época do diagnóstico, sabíamos que teríamos ações a curto e longo prazos”, diz Jaci. A próxima etapa do projeto é construir uma nova unidade de beneficiamento de frutos de quintais, onde os produtores possam processar frutos como mangas e goiabas. “Aqui na região, 80% da safra de manga não é aproveitada por falta de estrutura para armazenar e processar o produto”, explica.
O projeto ainda tem problemas com a questão da manutenção de estradas que dão acesso à comunidade. “Quando chove, a máquina tira a terra de um local e tapa os buracos provocados pela chuva. Ainda estamos na luta para tentar adequar a manutenção de estradas”, explica.

No clima da Caatinga.


Este é um belo CLIP de apresentação do projeto "NO CLIMA DA CAATINGA"
Execução: Associação Caatinga- Patrocínio: PETROBRAS AMBIENTAL
Fotos: Acervo da Associação Caatinga - Música: CHOVER- Cordel do Fogo Encantado - Produção do CLIP: CLAREAR Imagens. Um justa homenagem ao bioma caatinga. Único no mundo.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

I Conferência Regional de Desenvolvimento Sustentável do Bioma Caatinga - Preparação de Pernambuco‏

Estas são as propostas do Governo de Pernambuco para o Bioma Caatinga, que servirão de base para o debate com os segmentos envolvidos com este bioma e elaboração do documento a ser aprovado na pré-conferência estadual e apresentado na I conferência Regional de Desenvolvimento Sustentável do Bioma Caatinga - A Caatinga na Rio+20, em Fortaleza.

Aguardamos sugestões de inclusão e alterações neste documento até o final do dia 28/10/2011.

Como informamos anteriormente o CERBCAA/PE, decidiu em sua última reunião participar do comitê executivo estadual que está sendo liderado pelo BNB e o CERBCAA/PE está representado pelo William Jansen.

Antes da pré-conferência estadual realizaremos uma reunião do CERBCAA/PE para validação do documento a ser apresentado na pré-conferência estadual.

Saudações Caatingueiras,

Elcio Barros
Coordenador do CERBCAA/PE

A Universidade Federal Rural de Pernambuco e o Comitê Estadual celebram o Dia Nacional da Caatinga

Marcelo, Suassuna, Rita, Ednilza e Márcio (CERBCAA/PE) João Suassuna (Fundaj) Márcia Vanusa (UFPE) Francis Lacerda (IPA) e Jo...