segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Adesão aos orgânicos começa a crescer no Vale do São Francisco

Produtos Orgânicos
A produção de orgânicos no Vale do São Francisco em Pernambuco ainda ocupa mísero 0,3%, dos 44,3 mil hectares onde a CODEVASF - Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba desenvolve oito projetos de irrigação. Mesmo assim, há quem defenda a opção como uma das saídas para elevar a rentabilidade do produtor, ao mesmo tempo em que atuaria em um mercado onde hoje tem mais demanda do que oferta.
São 169 hectares que possuem o selo de reconhecimento de produção orgânica. Mas a companhia está disposta a estimular o plantio e elevar a participação desse tipo de produção, hoje com mercado garantido e preço até 30% superior.
A Fiepe também se interessou pelo tema e está coordenando um grupo de empresários do Vale que amanhã segue para a Itália para participar da Feira de Sana voltada exclusivamente para produtos orgânicos. As ações da Fiepe são feitas em parceria com a União Europeia, dentro do Projeto de Apoio à Inserção Internacional de Pequenas e Médias Empresas Brasileiras. “Entre as culturas, a que demonstra ser uma boa opção é a banana. É uma das frutas mais consumidas no mundo. Várias empresas estão demandando, mas ainda não temos produção para atender”, explicou Valdecir Queiroz, especialista na área que vem atuando, em conjunto com a Fiepe e cerca de 30 produtores, como consultor.
A Codevasf fez uma pesquisa de campo junto ao produtor para saber o nível de conhecimento e o interesse em relação ao orgânico. “A sondagem mostrou o interesse dos empresários de reverterem 1.395 hectares para orgânico. Se 50% deles realmente revertessem para esse tipo de plantio, já teríamos produto suficiente para formar uma feira”, exemplificou o engenheiro agrônomo da Codevasf Osnan Soares Ferreira. Segundo ele, no Brasil existe um total de 800 mil hectares de orgânico. No mundo, a demanda pelo consumo vem crescendo a uma média de 30% ao ano.
(Fonte: JC publicado em Economia - 06/09/2009)

domingo, 6 de setembro de 2009

Parque Nacional da Serra das Confusões

Serra das Confusões

Criado em 1998, abriga uma enorme área de Caatinga e é um dos maiores territórios de preservação do estado do Piauí, e de todo nordeste. A região desta unidade ainda encontra-se em estado primitivo de conservação, podendo ser encontrados inúmeros sítios arqueológicos em suas cavernas e grutas, apresentando litogravuras nos paredões rochosos de valor histórico, científico e cultural. O Parque Nacional da Serra das Confusões abriga um único ecossistema: a caatinga. Sua principal preocupação é preservar toda a riqueza desta paisagem, sua fauna e sua flora para as futuras gerações.
A área desta unidade ainda encontra-se em estado primitivo de conservação, podendo ser encontrado inúmeros sítios arqueológicos em suas cavernas e grutas, apresentando litogravuras nos paredões rochosos de valor histórico, científico e cultural.
Por que o nome Confusões ? Os moradores contam que as serras brancas e vermelhas ficam diferentes de acordo com a luminosidade do dia, deixando a pessoa com a vista confusa.

O Parque Nacional Serra das Confusões deverá ser aberto no mês de março de 2010. A data foi definida nesta semana, durante um seminário onde italianos trocaram experiências com técnicos do Piauí, Ceará e Maranhão.
Projetos de infraestrutura interna do Parque, começarão a ser executados imediatamente pelo Batalhão de Construções do Exército, com financiamento do Instituto Chico Mendes, liberados através da Caixa.
O Parque estimulará a criação de mais de dois mil novos empregos indiretos, envolvendo 12 municípios do Piauí, através de construção de hotéis, restaurantes e da rede de apoio ao turismo. A parceria vem desde a própria presidência da república do Brasil, ministérios e órgãos federais, secretaria de Estado do Piauí e prefeituras municipais de nove municípios (Anísio de Abreu, Brejo do Piauí, Caracol, Cristino Castro, Canto do Buriti, Guaribas, Jurema, Santa Luz e Tamboril).
Veja o vídeo na TV Caatinga (No final da página).

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Comitê realiza a XV Reunião Ordinária no IPA

Fotos da XV Reunião Ordinária realizada no IPA em Recife

O Comitê Estadual da Reserva da Biosfera da Caatinga (CERBCAA-PE) realizou hoeje (26.08), na sede do Instituto Agronômico de Pernambuco -IPA, sua XV reunião ordinária. Na ocasião, o presidente do instituto, Júlio Zoé de Brito, destacou a existência de um herbário no IPA com mais de 83 mil espécies do bioma catalogadas. Ele afirmou que recursos do Plano de Aceleração do Crescimento / PAC- Pesquisa serão alocados na criação de um laboratório vivo, garantindo a segurança da diversidade de espécies típicas da região, assim como eliminará possíveis riscos de extinção. O encontro serviu, ainda, para a apresentação das ações na caatinga feita pelo Presidente da Agência Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos - CPRH, Hélio Gurgel, e também a apresentação da minuta do projeto de valorização do bioma caatinga, realizada pelo Diretor da OCB/PE, William Janssen. Participaram da reunião representantes da Universidade Católica de Pernambuco (Unicap) , Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), Universidade de Pernambuco (UPE) , Codevasf, IBAMA, Ministério do Meio Ambiente, Secretaria de Cultura, Coordenação do Programa Água Doce, Deputado Nelson Pereira (Comissão de Meio Ambiente da Assembléia Legislativa), Alexandrina Sobreira (Presidente do Conselho Nacional da Reserva da Biosfera da Caatinga - CNRBCAA) e líderes de organizações não governamentais (APNE, GDMA, ASSUVAM) ligadas à preservação de um dos mais ricos ecossistemas do Nordeste brasileiro. O comitê tem a coordenação geral do engenheiro agrônomo do IPA Élcio Barros.
Leia mais sobre a Reunião em:

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Famílias da zona rural do Ceará recebem fogões ecológicos

Cerca de 22 mil fogões ecológicos serão entregues a famílias do Interior.
O equipamento não precisa de tanta lenha e evita que paredes e telhas fiquem manchadas


Até o fim do ano, a previsão é de que mais 15 mil famílias da zona rural do Interior sejam beneficiadas com o fogão ecologicamente correto. Produzido pelo Instituto de Desenvolvimento Sustentável & Energias Renováveis (Ider), o equipamento não deixa a fumaça ficar dentro de casa, o que diminui o risco de doenças para as pessoas, além de evitar que as paredes e as telhas da casa fiquem sujas. Outro ponto positivo para o novo fogão, que funciona a lenha, é que ele não utiliza grande quantidade de madeira. São necessários alguns gravetos para que o fogão trabalhe. No ano passado, quatro mil fogões foram entregues. Neste ano, já são 6.244 já construídos nas residências. Outros 1.256 ainda estão em construção. Até o fim do ano, 15 mil, no total, devem ser entregues, explica Sérgio Barbosa, coordenador de Habitação da Secretaria das Cidades, órgão que está executando o projeto. A expectativa é de sejam 22 mil fogões ecológicos entregues para as famílias cearenses da zona rural. Neste ano, houve atraso na entrega por conta das fortes chuvas, que provocaram estragos nas cidades e dificultaram o acesso a algumas localidades. “Os objetivos são preservar e recuperar a caatinga, reduzir doenças cardiorrespiratórias das famílias rurais e geração de emprego e renda”, enumera o coordenador. De acordo com Sérgio Barbosa, a entrega dos fogões é feita de acordo com os pedidos dos municípios à Secretaria e à Casa Civil, que são, então, analisados. “O fogão ecológica usa muito pouca lenha e as pessoas gostam muito. É uma aceitação incrível”, descreve Sérgio. Ele cita que, antes de os fogões serem construídos nas residências, técnicos do Ider fazem uma reunião se sensibilização, em que mostram as melhorias para a população e treinam a comunidade. Cada fogão, já montado, sai por R$ 328,05. Um valor baixo, segundo Sérgio Barbosa. “É um fogão para o resto da vida”, acrescenta. (Colaborou Amaury Alencar) - Fonte: O Povo - Reportagem de Daniela Nogueira. sobre o Instituto de Desenvolvimento Sustentável & Energias Renováveis (Ider) no site: www.ider.org.br

sábado, 22 de agosto de 2009

BLOG DA CAATINGA ENTRE OS 100 MAIS VOTADOS NO PRÊMIO TOP BLOG. O COMITÊ PROMOVERÁ A SUA XV RO NO PRÓXIMO DIA 26.08 (QUARTA-FEIRA)



O Blog da Caatinga foi um dos blogs mais votados na primeira fase do Prêmio Top Blog. Este site terminou entre os 100 mais votados na categoria Sustentabilidade na votação popular e avançou para a segunda fase, onde os vencedores do Prêmio serão escolhidos pelo júri técnico. Além de disputar o prêmio na categoria sustentabilidade, o Blog da Caatinga busca vencer também na categoria geral.
O site recebeu da organização do Top Blog, um selo especial pelo desempenho na votação popular. Os três melhores colocados de cada categoria na segunda fase, ganharão um selo e um certificado. O resultado final do concurso será divulgado no dia 31 de agosto em uma cerimônia em São Paulo. Obrigado a todos que votaram neste Blog!
Na oportunidade informamos abaixo a Pauta da XV Reunião Ordinária do Comitê Estadual da Reserva da Biosfera da Caatinga - CERBCAA/PE, esperando contar com participação de todos pela importância dos temas que serão abordados:
PAUTA DA XV REUNIÃO ORDINÁRIA
Data: 26 de agosto de 2009 (quarta-feira)
Horário: 08:30h às 12:30 h
Local: IPA – Instituto Agronômico de PernambucoAv. General San Martin, 1371 - San Martin - Recife - PE
Assuntos:
1. Abertura: Elcio Barros – Coordenador Geral do CERBCAA/PE;Júlio Zoé de Brito - Diretor Presidente do IPA;
2. Leitura da Ata da XIV Reunião Ordinária – Marcelo Luiz C. Teixeira - Sec. Executivo;
3. Informes – Participantes;
4. Palestra: Ações da CPRH na Caatinga em Pernambuco – Dr. Hélio Gurgel Cavalcanti Presidente da Agência Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos - CPRH;
5. Projeto Bela Caatinga – Cléa Lúcia Presbítero;
6. Projeto de Valorização da Caatinga – Elcio Barros/Wilame Jansen;
7. Eleição do Vice-coordenador do CERBCAA-PE;
8. Encaminhamentos;
9. Encerramento.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Emissão de CO2 na Caatinga será medido por Torre

Torre - Foto: Dennis Barbosa/Globo
Equipamento será instalado em Araripina, no Sertão,
até o fim do ano. É o segundo do Estado.
Quando se fala em mercado de carbono, a caatinga perde espaço para a Amazônia e a mata atlântica em venda de créditos. É que, ao contrário das florestas tropicais, não se sabe ao certo quanto o bioma sequestra de CO2 da atmosfera. Esse cenário deve mudar em breve, com a instalação, no Sertão de Pernambuco, de uma torre para medição do fluxo de gás carbônico e vapor d’água, entre outros parâmetros.
O equipamento está em fase de importação dos Estados Unidos, com recursos da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), ligada ao Ministério de Ciência e Tecnologia. São R$ 230 mil para a aquisição da torre e a modernização de uma semelhante, existente em Petrolina. O prazo para a instalação é de três meses. “Até o fim do ano estaremos fazendo o monitoramento”, adianta a meteorologista Francis Lacerda, coordenadora do projeto, intitulado Estudo das Mudanças Climáticas e seus Impactos em Pernambuco (Muclipe).
A instalação da torre nova permitirá ainda comparar dados de captação do CO2 do ar entre áreas de caatinga preservada (Petrolina) e degradada (Araripina). A torre de Petrolina, em operação desde agosto de 2003, é do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e é operada em cooperação com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).
“Alguns equipamentos, como os sensores de CO2, não estão funcionando”, revela a agrometeorologista da unidade da Embrapa em Petrolina, Magna Selma. A torre tem 11 metros, dois a mais que a altura média das árvores e arbustos da caatinga no local. A de Araripina também ficará acima da copa das árvores.
A altura exata da torre, bem como o local onde será instalada, serão decididos em reuniões na próxima semana. No dia 25, o grupo de pesquisadores que integram o Muclipe estará em Petrolina. Na manhã seguinte, o encontro será em Araripina.
Além das trocas gasosas entre a caatinga e a atmosfera, os sensores registrarão o índice de chuvas, a quantidade de energia que a vegetação transmite ao solo, a transpiração, a evapotranspiração e o albedo (fração da radiação solar que é refletida pela Terra). “Com isso, poderemos gerar modelos de previsão do tempo mais precisos para a região semiárida”, diz Magna.
Francis Lacerda, coordenadora do Laboratório de Meteorologia de Pernambuco (Lamete-Itep), explica que o crédito de carbono é um tipo de moeda entre países ricos e pobres. Ou seja, as nações desenvolvidas complementam suas cotas de redução de gases do efeito estufa, comprando de países emergentes créditos equivalentes ao carbono retirado da atmosfera pelas suas florestas. Isso porque nos países mais ricos há menos florestas que retiram CO2 da atmosfera e mais indústrias que lançam.
(Fonte: JC 19.08.2009 - Blog Ciência & Meio Ambiente (com link para http://jc3.uol.com.br/blogs/blogcma/)

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Projetos sobre meio ambiente estão parados no Congresso.

Fotos: Cerrado e Caatinga
Propostas defendidas por preservacionistas ficam fora
das prioridades dos líderes no parlamento
Os congressistas deixam fora das prioridades do Legislativo propostas fundamentais para a melhoria da qualidade de vida e para a preservação do meio ambiente. Os temas ecológicos ganharam espaço nos debates na sociedade, mas dentro do Congresso as matérias que criam políticas básicas para a gestão pública estão paradas ou tramitam com lentidão.
Um exemplo da morosidade em votação de propostas estrategicamente importantes para o país é projeto de lei que cria a Política Nacional de Resíduos Sólidos, PL 203/1991, que há 18 anos tramita no Congresso. A proposta, que dispõe sobre a gestão do lixo urbano, está parada na Câmara desde setembro de 2007. A última tramitação foi quando o Executivo encaminhou ao Congresso um outro projeto de resíduos sólidos (PL 1991/2007). Na época, a expectativa era de que a proposta fosse priorizada, pelo caráter de urgência da matéria, mas até hoje ela permanece na pauta do plenário da Câmara sem previsão para ser votada.
Há outros exemplos da falta de interesse dos parlamentares pela agenda ecológica. A PEC do Cerrado e da Caatinga (PEC 115-150/1995) se encontra há 14 anos na Casa. Trata-se de uma proposta de emenda constitucional que transforma esses dois biomas em patrimônios naturais. Atualmente, a proposta tramita em caráter de urgência, mas enfrenta resistência de grupos que alegam que ela irá engessar a ocupação e as atividades econômicas.“Nós temos um boicote da bancada ruralista que realmente não permite avançar na pauta ambiental. Com o problema estrutural do Congresso, devido ao trancamento de pauta por causa das medidas provisórias, a maioria das propostas que são votadas, são apreciadas consensualmente, escolhidas em reunião de lideranças, onde qualquer líder tem direito de retirar o que ele acha que não deve ser votado. Então sempre um representante do segmento ruralista está lá para retirar essas propostas de lei de âmbito ambiental”, acusa Sarney Filho.O presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária, deputado Valdir Colatto (PMDB-SC), nega a movimentação da bancada ruralista no sentido de impedir votações de matérias ligadas ao meio ambiente e afirma que ocorre uma radicalização das discussões por parte dos ambientalistas, interessados em impor uma “ditadura ambiental”.“Ninguém desconhece que queremos discutir tecnicamente a legislação ambiental. Existem mais de 16 mil leis, normas, resoluções, atos que criam esse imbrólio que está aí. Precisamos resolver isso. Mas o que acontece é que os ambientalistas se negam a discutir tecnicamente o assunto e querem impor o que pensam na ditadura ambiental”, afirma Colatto.O impasse entre ruralistas e ambientalistas dentro do Congresso é visto pelo coordenador de Políticas Públicas do Greenpeace, Nilo D’ávila como uma briga de “Alices” sem lógica. Nilo afirma que numa análise sobre mudanças no Código Florestal – tendo essa lei “como um grande ponto de tensão” entre os dois grupos –, percebe-se que nenhuma alteração significativa foi feita desde 2001, quando foi aprovada a medida provisória que alterou partes do código.“Temos aí três legislaturas e tem um código valendo como MP, que não é cumprido no campo, mas enquanto lei não teve nenhuma alteração. Tiveram tentativas, mas nenhuma realmente levada a sério. Em questões relativas ao Código Florestal, o Congresso tem a postura de Grêmio Estudantil, de ‘nós contra eles’, em que não se consegue estabelecer lógica no diálogo e isso vai de um lado ao outro”, alfineta Nilo.Independente de interesses específicos de bancadas no Congresso, a falta de prioridade de propostas fundamentais para a melhoria da qualidade de vida e a preservação do meio ambiente tem causado impactos significativos na sociedade brasileira. A falta da Política Nacional de Resíduos Sólidos, por exemplo, mantém um cenário crítico no país.De acordo com relatório da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), das cerca de 170 mil toneladas diárias de resíduos sólidos gerados nas cidades brasileiras, pouco mais de 140 mil são coletadas, das quais 60% não tem destino final adequado. (leia o relatório de 2007 – até o fechamento da matéria o relatório de 2008 ainda não havia sido divulgado).“Como pode em um Brasil que destina a maior parte de seus resíduos à lixões desapropriados, um Congresso levar tantos anos para votar uma matéria? Como se explica o Brasil não ter até hoje uma lei de resíduos sólidos? Não tem explicação. E agora querem aprovar uma lei que não contempla o lixo eletrônico, que é cheio de metal pesado. Isso é um absurdo”, concluiu o ex-deputado Fábio Feldmann, autor do primeiro projeto de lei que trata do assunto (PL 203/1991).

A Universidade Federal Rural de Pernambuco e o Comitê Estadual celebram o Dia Nacional da Caatinga

Marcelo, Suassuna, Rita, Ednilza e Márcio (CERBCAA/PE) João Suassuna (Fundaj) Márcia Vanusa (UFPE) Francis Lacerda (IPA) e Jo...